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José Mendonça da Cruz, O inimigo principal e a assintonia com a direita:
«Permaneça ou não o CDS na coligação governamental, deve sempre registar-se que a decisão de Paulo Portas de abandonar o governo nos custou milhares de milhões em aumentos de juros e desvalorização de títulos. Ou seja, estando Portas no poder, ele sacrificará sem reserva nem escrúpulo às suas jogadas caprichosas a credibilidade financeira e os mercados. Ora um partido como o CDS deveria saber que (ao contrário do que pensam PS e PCP) «os mercados» não são nem uma abstracção nem um casino, mas a sede do pleno exercício da liberdade económica para muitas pessoas e empresas.»