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Domingo em Vila Viçosa

por Nuno Castelo-Branco, em 28.07.13

 

Estive hoje em Vila Viçosa, mostrando a localidade a amigos franceses. Um local limpo e com o património em bom estado. O Palácio, grandioso e bem cuidado como sempre esteve. O pessoal de serviço foi amável e no jardim vive uma colónia de gatos amistosos e bem tratados. Serão descendentes daqueles que por lá andavam e eram protegidos nos tempos em que D. Carlos espairecia naquela vila alentejana?

 

Tive mesmo de o puxar para o passeio, pois o turista ocasional ia sendo atropelado pelo único carro que circulava na Vila

 

Nas ruas via-se pouca gente e quase nenhuns turistas da crise. A missa esteve cheia e com um grupo de escuteiros cantores que fizeram uma festa. Na sede do Grupo Filarmónico União Calipolense, estava hasteada a sua bandeira bipartida a azul e branco, pois ali também não cederam. Bom sinal. 


Vê-se que não estamos na Lisboa da temível dupla Costa & Salgado CML Comp. Lda.


A bela "manjedoura" da Pousada D. João IV

 



 

Sinal dos tempos: à direita, a viatura de um tradicional agricultor alentejano. À esquerda, o presumível "carro de lavoura" de um seu émulo dos alegados subsídios e fundos estruturais da PAC

 

 

 

* Apenas uma nota a destoar: a esquisitíssima estátua erguida em memória do Dr. João Augusto Couto Jardim. Inacreditável, deviam odiar o pobre homem!

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publicado às 23:13


7 comentários

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De xico a 29.07.2013 às 01:23

Por grande falha minha, só no passado mês de Abril conheci Vila Viçosa, e foi a correr mas a tempo de ver a padroeira de Portugal. Gostei da terra e felizmente não reparei na estátua ao Dr. João Jardim. Também não gostei da fachada do palácio. Acho que há uma falha de proporção naquela fachada à italiana. Gosto mais da zona do palácio tipicamente portuguesa, isto visto do exterior, entenda-se. 
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De zeca marreca a 29.07.2013 às 15:11

" a viatura de um tradicional agricultor alentejano. À esquerda, o presumível "carro de lavoura" de um seu émulo dos alegados subsídios e fundos estruturais da PAC a viatura de um tradicional agricultor alentejano. À esquerda, o presumível "carro de lavoura" de um seu émulo dos alegados subsídios e fundos estruturais da PAC"


Nunca o pensei ver a defender "A Terra a quem a trabalha", colocando-se ao lado dos assalariados rurais contra os betinho rendeiros...
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De zeca marreca a 29.07.2013 às 17:45

Anda tudo muito sensível por estes lados...


P.S. Aguardo post do Nuno (e restantes membros do ES) a defender as virtualidades da família e a contestar o esquerdismo militante que pertende a transfiguração dos valores e dos costumes da sociedade, do Estado e da Família...
É que nem Engles foi tão longe, como a obscenidade que por cá assistimos!!!!
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De Samuel de Paiva Pires a 29.07.2013 às 17:49

Zequinha, apenas não lhe apago este comentário porque quero responder-lhe dizendo-lhe que é muito, mas mesmo muito feio, embora não surpreendente e, direi até, típico em comunistas, o aproveitamento nojento que tenta fazer de comentários anónimos de pessoas que se fazem passar por outras para vilipendiar a vida de terceiros. Dito isto, e visto que, como sabe, não tenho respeito algum por si, continuarei a apagar-lhe todos os comentários que bem me apeteça. E escreve-se Engels.
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De Jacinto Leite Capelo Rego a 29.07.2013 às 22:10

Estimdo Samuel


A demagogia e as baixezas dos estalinaistas não se apagam das fotogrfias, senão não seremos melhores que eles. Combatem-se e refutam-se!
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De Anónimo a 29.07.2013 às 23:49

Comentário apagado.
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De João Pinto Bastos a 30.07.2013 às 00:23

Caro Marreca,



Não tenho por hábito responder a insultos soezes e a desqualificações grosseiras de comentadores anónimos, travestidos e falsificados. Não o faço, nem nunca o farei. Neste blogue preza-se a identidade, a verdade e a lisura. Se não sabe o significado destas palavras, consulte um dicionário. Quanto à sua frase, fez bem em mencionar a palavra "tribunal", pois é lá que se dirimem as injúrias e difamações feitas à honra de outrém, sobretudo quando são efectuadas a coberto do anonimato ou de nomes falsificados, na Internet ou em qualquer outro espaço propício ao objectivo atrás mencionado, usando, para esse fim, dos recursos de uma simples caixa de comentários de um blogue. 

Nota: preocupe-se em discutir o que escrevemos, e não em atacar a honra de quem não conhece, nem nunca, com grande previsibilidade, conhecerá. 

Bem haja, 

João Pinto Bastos
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De Nuno Castelo-Branco a 30.07.2013 às 10:37

Zeca, diga o que quiser, mas se se der ao frete de pesquisar, neste blog sempre criticámos muitos dos absurdos e crimes ocorridos em Portugal. Sabemos muito bem o sucedido com fundos distribuídos pela UE e aquilo que para muitos significaram, desde o enriquecimento ilícito, até às fraudes com pretensos cursos de formação, industrias fantasma, destruição de empresas e actividades através do subsídio "para não produzires", etc.  
Também deixe-me que lhe diga saber da existência de alegados "betinhos rurais" que o Zeca aparentemente detesta. Muitos deles dirigem pequenas propriedades bastante rendosas. Isto acontece devido à boa gestão, conhecimento técnico e inovação. Por exemplo, já reparou na diferença entre aquilo que outrora era o vinho nacional e a situação de hoje? 
Creia nas virtualidades da livre iniciativa, pois ninguém gosta de perder dinheiro. Quando uma empresa estatal tem prejuízos, esses continuam indefinidamente, havendo sempre a possibilidade de recurso a mais e mais financiamento público. 
Quem paga? Adivinhe?


- "O zecamarreca vai abrir os cordões à bolsa. Sempre que for ao café, lá estará ele a pagar 11 cêntimos e meio de IVA."


É primário? Pois é, mas bastante perceptível.

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