Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Merkel obtém maioria absoluta

por Samuel de Paiva Pires, em 22.09.13

Considerando que se trata da Alemanha, não pode deixar de ser um pouco surpreendente que um único partido obtenha maioria absoluta, embora já se adivinhasse que Merkel sairia reforçada internamente em virtude da política de austeridade estendida por esta Europa fora, que é possivelmente o sinal mais claro do domínio alemão sobre a União Europeia. Mas verdadeiramente surpreendente é ouvir Martim Cabral dizer que Merkel não tem política externa, para uns minutos depois afirmar que é ela que manda na Europa. São uns ases, certos comentadores da nossa praça. 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:47


1 comentário

Imagem de perfil

De Umbila a 22.09.2013 às 23:09

O CDU/CSU, (e nao sómente o CDU, partido que Merkel chefia), ficaram cerca mas nao obtiveram a maioria absoluta, (dados das 22.40h de hoje - 41,9% = 301 delegados no Parlamento). Merkel vai precisar de um novo "partner" (muito possívelmente o SPD ou, menos provável mas nao impensável os Grüne), para governar pois pela primeira vez desde 1949 o FDP nao conseguiu o mínimo de 5% necessários para estar representado no Parlamento. Um facto decisivo para os "números" que Merkel atingiu, foi que quase a totalidade dos membros do FDP do Estado de Baden-Württemberg votaram desta vez CDU e nao como seria lógico, o seu próprio Partido, (em signal de descontentamento com a chefia do mesmo). Assim aconteceu também, ainda que em menor escala, nos estados de Hessen e Nordrhein-Westfalen.
A opiniao geral na Alemanha, nao é só que Merkel nao tem política externa, senao que Merkel nao tem política no geral. Que Merkel nao age, mas sim só reage. Ela é criticada sobretudo por defender a todo o custo, a política de austeridade na Europa. E que a victória de Merkel tem muito mais a ver com a quase nao existente oposicao, (isto é um facto), do que com a qualidade da sua "governacao".

  Um abraço desde a Alemanha,

  José Viegas

Comentar post







Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2007
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D

Links

Estados protegidos

  •  
  • Estados amigos

  •  
  • Estados soberanos

  •  
  • Estados soberanos de outras línguas

  •  
  • Monarquia

  •  
  • Monarquia em outras línguas

  •  
  • Think tanks e organizações nacionais

  •  
  • Think tanks e organizações estrangeiros

  •  
  • Informação nacional

  •  
  • Informação internacional

  •  
  • Revistas