" Quando alguém se declara da direita [ não um « centrista » ] torna-se, ipso facto, num desmancha-prazeres; e a democracia necessita é de animadores, não de desmancha-prazeres ". Ao ler, ontem pela noite, o
artigo de onde retiro este lapidar excerto, logo ocorreu à lembrança um outro texto, lido há tempos num dos números de
revista " em linha " dedicado ao estudo dessa tão falada, mas inexistente Direita. Entre outros, que de igual modo nos interpelam, de modo a fazer-nos repensar a confusão neste domínio há muito instalada.