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Tente para a próxima, "si iu néxte láif!"!

por Nuno Castelo-Branco, em 28.09.13

 

Entrevistado há uns tempos, um dos nossos mais conhecidos mangeur de croquettes dizia que ..."imediatamente sei se alguém tem ou não tem perfil para ingressar na carreira diplomática". Foi mais ou menos este o sentido geral da sua bem oleada guilhotina verbal.

 

Não valerá a pena voltarmos ao vira que vira e torn'a virar da leva de peões que de tempos a tempos engrossam os contingentes aboletados no pitoresco palácio cor de rosa que até já serviu de sede da representação do Estado. Os casos vão-se acumulando e as tricas, mexericos e diz-se diz-se, apenas continuam a garantir a perenidade de episódios que de situação em situação se mantêm. Longe vão os tempos em que os embaixadores nomeados por um quase milenar regime fortuitamente deposto pelo reconhecido abstencionismo nacional, voluntariamente despiram as casacas consteladas de comendas e ouros de variada proveniência. Dignamente se despediram com uma cerimonial vénia aos arrivistas e daqueles nunca mais o país voltou a ouvir fosse o que fosse.

 

Esta farta safra saída de camaradarias, camaratas, compinchagens à amigo do seu amigo e imorredouras solidariedades garantidas pelo veni, vidi, vinhaça, sabe adaptar-se e ainda melhor rodear-se de recursos humanos que num universo paralelo e presente nas velhotas revistinhas para crianças da primária, decerto teriam como lema aquele letreiro pintado à porta do clube do Bolinha:"menina(o) não entra!".

 

Aqui está mais uma estória, ou como agora se diz diante de secos e molhados, uma narrativa. "Porque razão" é este mais um daqueles testes que apenas nos garante estar o necessitário clube na mesmíssima boa forma de antanho? Além da originalidade do neo-português desacordado, temos inovações ao estilo da Ginjinha do Rossio, como  o incontornável regime "facista" de onde muitos dos já pneumáticos representantes desta nação saíram em boa hora antes do estouro. O rodado recauchutado é o que se vê e passando sobre o texto de mais um dos fixativos encartados do estado de coisas, atentem apenas nas perguntas.

 

Como é óbvio, serei o menos qualificado para uma atrevida crítica. Chumbado sem apelo, resta-me rir. Tal como o papelinho recomenda e em "muito breve resumo", a todos desejo uma boa noite de reflexão, pois amanhã não podem uma vez mais "enrodilhar-se" naquele mais do mesmo  de uma votação "sem grande fluidez".

 

publicado às 19:12







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