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E pensarmos que as mesmíssimas individualidades que aboliram o feriado da Restauração da Independência de Portugal, vêm agora banalizar ainda mais o 1º de Dezembro, atrevendo-se a compará-lo a um Orçamento Geral de Estado! Depois do Condestável, do Infante, de D. João II, Vasco da Gama, Afonso de Albuquerque e Mouzinho fascistas, aqui temos mais uma bela surpresa. Até parece termos voltado a 1975.