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El País, o descaramento da falsificação

por Nuno Castelo-Branco, em 08.11.13

 

"Pero lo más alarmante es que la xenofobia y el racismo vuelan libremente desde los cafés y los medios hasta los pasillos del poder, aunque las últimas cifras de Eurostat nieguen de plano que Francia esté sufriendo una invasión de inmigrantes: entre los 65,7 millones de franceses, viven 2,5 millones de extracomunitarios, un 3,8% del total."


A manipulação segue sem peias. Sabendo-se da rejeição que a parte audível da população magrebina - o jornalista esconde-a através do bilhete de identidade francês - nutre por aquilo que sempre foi A França!, o jornal de propaganda  do "politicamente correcto" destes tempos, trunca uma realidade de perto de 10 milhões de efectivos sob sequestro moral dos radicais, um dado absoluto que já roça a catástrofe. O Público segue alegremente a mesma marcha, ocultando o facto de o anti-semitismo que aponta como pecha europeia, se dever essencialmente à acção dos grupos islamitas - hoje faz-se a distinção entre muçulmanos e islamitas - que atacam judeus e já se atrevem a contestar abertamente o legado cristão na Europa, pretendendo a sua completa erradicação. A debandada dos judeus franceses é apenas um entre múltiplos indícios vertiginosamente acumulados. A guerra aberta à República, entendida esta como comunidade nacional e não como mero apêndice de representação do Estado, é violentamente perpetrado por aqueles que pretendem sobrepor a sua superstição às leis do país que os acolheu e que em muitos casos, lhes concedeu a nacionalidade e os benefícios a ela inerentes. Pelos vistos, Ester Mucznik também está a fazer vista grossa, omitindo aquilo que importaria dizer abertamente. 

 

Na alvorada do século XX, o Império Otomano era designado como o "homem doente da Europa". Hoje esse papel pertence à França, tratando-se de uma ameaça global.

 

Há setenta anos, a França estava ocupada por cerca de 250.000 soldados alemães, uma situação resolvida pelo desfecho da guerra. O que poderemos então dizer da actual situação halal, quando os líderes "religiosos" dizem em alto e bom som que ..."a nossa primeira lei é o islão. A nossa segunda lei é a do nosso país de origem e a terceira será a francesa, se com ela concordarmos"?

 

Aqui estão os mais abnegados promotores de Marinne Le Pen. 

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publicado às 17:32







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