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Não se trata de conversa fiada à maneira obamista, de grunhidos de lunáticos como o sr. Bush 2 ou de berreiro proveniente de dangerous & greedy thugs como a sra. Hillary. Não estamos ensurdecidos por qualquer alarido daquele imundo lixo que invariavelmente tem curiosas denominações de 7º dia, Mórmons, Últimos Dias, Meninos de qualquer coisa desde que se chamem Elder, chularia psicopata da "cientologia", etc. O apelo às armas, também não provém dos gangues de não-cozinheiros de avental que escandalosamente se locupletam bem longe de fogões. O que hoje foi dito, nem sequer veio de um dos canais de esgoto que nos anos sessenta e setenta foram protestante e capciosamente implantados pelos nossos aliados em abastadas e subversivas Missões por todo o Ultramar.
Hoje, no regresso da sua viagem à Coreia, o Papa Francisco I parece ter sugerido uma Cruzada no Iraque. Pelo menos, é a mais evidente interpretação do seu apelo à necessidade de travar a califagem que tem cometido todo o tipo de atrocidades sem resposta.
S.S. diz não querer a guerra, a violência, mas tão só, travar. Estamos de acordo. Ora, se é reconhecidamente impossível travar aquelas criaturas sem o recurso à força, seria então interessante um melhor esclarecimento acerca do que pretende e até onde poderá chegar o apelo papal.