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Há uma certa vantagem em todo este carnaval americanado nas "directas do PS". Até nisto seguem muito daquilo que chega do lado de lá do Atlântico e veremos se no dia da tal eleição, os bombos e gigantones não irão fazer a vez das majorettes. Pode até repetir-se o caso de Bush number two, alegadamente eleito com menos votos que o seu contendor. Terá qualquer um dos candidatos à liderança, um "irmão governador" na contagem de votos?
Embora todos o saibam desde há décadas, agora torna-se mais nítido o império da fraude, dos mortos que vivem e votam, não esquecendo os miraculosos saquinhos paga-quotas e os mega-T2 Bangla Desh onde vivem vinte e tal fulanos em suposta rebaldaria. Nada de muito diverso daquilo que sempre se passou no PPD, no futuro ex-"Berloque" e talvez, não sei nem me interessa saber, no CDS.
De muito disto se livra o PC, pois a coisa é decidida naquela espécie de purgatório a que se dá o nome de "centralismo democrático". Este artifício representa o supra sumo do elitismo, ou seja, uma perfeita réplica da defunta urss, onde 0,5% fazia o que bem lhe aprouvesse. Aliás, quase os mesmos 0,5% que atiraram a foice e o martelo para a sucata e orgulhosamente agora ostentam a antiga águia negra do czar, mas desta vez pintada de dourado. Coisas de novos ricos.
Além da lenga-lenga do Fado, Futebol e Fátima amplamente salivados e confirmados pela actual situação, aqui está mais um rol de acusações outrora dirigidas à gente da 2ª república. Tal mãe, tal filhota. Vá lá, paguem pela língua.