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Males que nos foram deixados em herança. Porque se é certo, Nonas, que a acção de Salazar foi providencial, e enorme foi a sua obra naqueles vinte anos que se seguiram ao caos da Primeira República, « A unidade nacional não poderá jamais constituir-se à volta do provisório e do movediço, como a República ou mesmo o poder salazariano. Só à volta do Estável tal unidade é possível, porque é a Dinastia, e é transcendente (...) .O Rei é a própria Nação na sua essência histórica. É em nome do interesse nacional, da unidade nacional, que peço, que reclamo, a instauração da realeza», escrevia Alfredo Pimenta no dia 17 de Novembro de 1949.
Diz o Nonas que quase não havia monárquicos em Portugal- não vivi essa época, mas de relatos que me foram feitos, de escritos que li, não é essa a minha percepção, e nesse sentido vai o excelente texto do Nuno, Os monárquicos e a resistência.
Preparar o futuro das gerações seguintes, era um dever a que não podia moralmente fugir...