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mas juro que não enveredei pela política. E como é uma promessa pessoal, ninguém levará a mal..

.Prometi-me uns dias de intervalo, mas tenho de confessar a minha fraqueza quando se trata de escrever mais um postalzinho: o vício tornou-se mais forte.

E quebrei essa promessa porque, e  depois de alguém me ter dito que, nas condições que me levaram até ela, o escrever até funcionaria como catarse, me apeteceu escrever sobre o que, hoje, em conversa com pessoa que a elas assistiu, veio a talho de foice; o Padre Raúl Machado e as Charlas Linguísticas,  que terá mantido na RTP, fins dos anos cinquenta, inícios dos  sessenta-  "Aquilo é que era saber, é que era tratar bem a Língua Portuguesa! "

 

E dei comigo a ter saudades de uma Televisão assim- de serviço público, mesmo, e não a enganar os pategos que somos nós. A falta que ela nos faz!

Uma televisão que embrutece, será o que merecemos?Talvez fosse  um bom recomeço.Sim, porque como estamos, o melhor é começar do zero; e quando se constrói uma casa deve começar-se pelos alicerces.

publicado às 18:48


5 comentários

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De mike a 29.01.2009 às 21:50

Hum... será que as razões não eram assim tão nobres, menina Cristina? É melhor nem pensar nisso... (risos)
Quebrar promessas dessas é bom... pelo menos para nós que a lemos. :-)
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De Cristina Ribeiro a 29.01.2009 às 22:05

As razões mantêm-se, Mike, mas cheguei à conclusão de que não há incompatibilidade, como a princípio pareceu :)
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De JuliaML a 29.01.2009 às 22:17


deixe lá, Cristina, "antes assim do que infelizmente", que quer dizer que seria pior se fosse o contrário.. Também sinto isso quando faço promessa de não postar, paree que a criatividade se acende.

beijinho
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De António de Almeida a 29.01.2009 às 23:01

Para começar não precisamos nada mesmo de ter uma estação pública de televisão. Para nos prestar um serviço público, o Estado poderia contratualizar qualquer estação mediante concurso. Critérios claros e objectivos.
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De Carlos Barbosa de Oliveira a 30.01.2009 às 00:05

Os (péssimos) exemplos das televisões privadas justificam, plenamente, a existência de um canal público. Tal como os outros, só vê quem quer, mas é legítimo que um cidadão contribuinte, que prefira ver uma "Câmara Clara" aos Moranfgos com Açúcar, tenha quem lhe ofereça essa hipótese. As televisões privadas não cumpem as exigências mínimas de serviço público, mast ambém ninguém tem coragem de lhes retirar as licenças, porqeu os intereses instalados falam mais alto.
Tenho saudades do Padre Castro (qu só conheci na fase final, já nos anos 60), do Vitorino Nemésio e de muitos outros desse tempo. Dispenso perfeitamente a SIc e a TVI, dois canais de inutilidades que deviam estar no cabo.

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