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lembra o meu pai que faz anos hoje que ela morreu: a saloia de Mafra que fez as delícias de gerações anteriores, mas cujos filmes, da época de ouro do cinema português, onde contracenou com outros muito grandes, continuam a dar cartas.
Não é só os filmes que ele recorda -esses também eu os conheço, graças à televisão- mas as Revistas no Parque Mayer, que começou a frequentar durante o serviço militar feito em Lisboa. Eu que já não vi esses grandes nos Teatros Revisteiros, e que só fui a uma Revista, não gostei. Dizem-me que dantes eram bem melhores: talvez " eles " me fizessem mudar de opinião, não sei.
O que, isso sim, me fez rir a bandeiras despregadas foi a leitura dos seus livros, de uma vivacidade e alegria facilmente associáveis à actriz d«A Canção de Lisboa», quer se tratasse do « Sem Papas na Língua », ou do « Quando os Vascos eram Santanas ».
Impagável.