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Confirmando aquilo que disséramos há alguns dias, os grandes interesses vão mesmo insistir num governo do Bloco Central e assim, testa solução parece irreversível. Desta vez foi Sampaio quem saiu a terreiro defender em "nome da estabilidade" - da qual pouco caso fez quando ainda belenzava -, a necessidade de uma coligação PS-PSD. Uma ideia tão luminosamente inédita, decerto terá faiscado durante uma partida de golfe, onde por "mero acaso", - claro - talvez tivesse visto de longe - claro, nada de confusões... - os habituais convivas de todos os "Chefes de Estado": gente dos media, da finança, off-shoreiros, bolseiros, e outros benfeitores da pátria. Está tudo bem apertado e armadilhado.
Adivinhando-se uma profunda reforma nas instituições e principalmente no sistema de escrutínio e na divisão dos círculos eleitorais, o argumento da grave crise financeira vem muito a propósito. O "princípio de Tordesilhas", escrupulosamente aplicado ao minguante pasto nacional, poderá ser uma vez mais aplicado com o pleno contentamento dos dois convivas. Prevemos desde já tempos difíceis para os "pequenos partidos", isto é, todos os outros que não os rotativos. Pelo que parece, lá do quinto dos infernos, o senhor Afonso Costa continua a governar Portugal aplicando os princípios, chapeladas e exclusivismos que tão bons resultados deram. Como dizia o outro, habituem-se!