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Consequências das relações NATO-Georgia

por Samuel de Paiva Pires, em 12.05.09

 

José Miguel Pires no blog da Comissão Portuguesa do Atlântico / Associação da Juventude Portuguesa do Atlântico:


O governo russo não pode actuar como se se tratasse de uma aldeia global de mera coexistência, como se caracterizavam as velhas alianças entre Estados, nas quais resultavam uma área de protecção e uma esfera de influência. Os padrões internacionais apontam, presentemente, para uma sociedade de cooperação, e é este aspecto que Moscovo terá que entender se não quiser que se justifiquem alertas ao perigo de agressão, uma vez que NATO e Rússia poderão entrar num aceso braço-de-ferro.
Para que haja cooperação, terá que haver flexibilidade, de modo a que as acções e as propostas não sejam entendidas como agressivas a nenhuma das partes em questão.

publicado às 01:48


2 comentários

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De Nuno Castelo-Branco a 12.05.2009 às 02:09

Braço de ferro com a Rússia... bela ideia, se o país do leste ainda vivesse nos tempos de Rurik. A Nato que se meta na sua área e não embarque em aventuras. Uma campanha da Rússia...? Era mesmo isso que nos faltava.

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