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dos livros dos meus irmãos mais velhos, que terão sido os mesmos para todos os quatro, do que dos meus, talvez porque os tivesse achado menos interessantes, a pontos de até as capas daqueles melhor terem ficado gravados na memória: deles retenho muitas histórias, bastando por exemplo, ver uma noite de Verão com uma lua grande, para logo lembrar « Luar de Agosto »...
Agora, enquanto vou comendo cerejas acabadas de colher, é a história do homem que, perante a grande estranheza do filho, guardou uma ferradura velha, encontrada no chão, numa tarde de calor intenso, que recordo.
Que chegados ao destino, o homem a vendeu a um ferrador, e pôde, desse modo, comprar um punhado de cerejas, que tirariam a sede quer ao pai, quer ao filho, grande que era...
« Guarda o que não presta, e terás o que precisas », era o título do texto.