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O discurso do 1º ministro do reino da Austrália

por Nuno Castelo-Branco, em 16.06.09

 Via Nuno Carvalho, aqui deixamos o apelo, transcrito na íntegra:

Discurso do 1º Ministro Australiano à comunidade Muçulmana

Aos Muçulmanos que querem viver de acordo com a lei do Sharia Islâmico foi-lhes dito muito recentemente para deixarem a Australia, no âmbito das medidas de segurança tomadas para continuar a fazer face aos eventuais ataques terroristas.
Aparentemente, o Primeiro-Ministro John Howard chocou alguns muçulmanos australianos declarando que apoiava agências-espiãs encarregadas de supervisionar as mesquitas da nação.

Citação:


"OS IMIGRANTES NÃO-AUSTRALIANOS, DEVEM ADAPTAR-SE. É pegar ou largar! Estou cansado de saber que esta nação se inquieta ao ofendermos certos indivíduos ou a sua cultura. Desde os ataques terroristas em Bali, assistimos a uma subida de patriotismo na maioria do Australianos.

A nossa cultura está desenvolvida desde há mais de dois séculos de lutas, de habilidade e de vitórias de milhões de homens e mulheres que procuraram a liberdade.
A nossa língua oficial é o Inglês; não é o Espanhol, o Libanês, o Árabe, o Chinês, o Japonês, ou qualquer outra língua. Por conseguinte, se desejam fazer parte da nossa sociedade, aprendam a nossa língua!


A maior parte do Australianos crê em Deus. Não se trata de uma obrigação cristã, de influência da direita ou pressão política, mas é um facto, porque homens e mulheres fundaram esta nação sobre princípios cristãos, e isso é ensinado oficialmente. É perfeitamente adequado afixá-lo sobre os muros das nossas escolas. Se Deus vos ofende, sugiro-vos então que encarem outra parte do mundo como o vosso país de acolhimento, porque Deus faz parte da nossa cultura.


Nós aceitaremos as vossas crenças sem fazer perguntas. Tudo o que vos pedimos é que aceitem as nossas e vivam em harmonia e em paz connosco.


ESTE É O NOSSO PAÍS, A NOSSA TERRA, E O NOSSO ESTILO DE VIDA. E oferecemos-vos a oportunidade de aproveitar tudo isto. Mas se vocês têem muitas razões de queixa, se estão fartos da nossa bandeira, do nosso compromisso, das nossas crenças cristãs, ou do nosso estilo de vida, incentivo-os fortemente a tirarem partido de uma outra grande liberdade autraliana: O DIREITO de PARTIR. Se não são felizes aqui, então PARTAM.
Não vos forçamos a vir para aqui. Vocês pediram para vir para cá. Então, aceitem o país que vos aceitou".

publicado às 11:54


13 comentários

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De Miguel Neto a 16.06.2009 às 13:24

Atitudes destas por parte de governantes ocidentais fazem-me pensar que talvez ainda haja esperança para o Ocidente.

Estou absolutamente de acordo.
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De André Ferreira a 16.06.2009 às 14:46

Apoiado!
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De Anónimo a 16.06.2009 às 15:34

100% de acordo!!!
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De João Pedro a 16.06.2009 às 17:13

Atenção, que John Howard já não é chefe de governo australiano desde 2007. O discurso já terá algum tempo.
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De João Pedro a 16.06.2009 às 17:35

Já agora, quem devia fazer um discurso destes era Gordon Brown, com estas histórias de "ofensas a outras confissões" que impedem que se mostrem figuras da Renascença em público, e outros disparates semalhantes.
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De Joao Quaresma a 16.06.2009 às 19:48

Há dois anos, os serviços prisionais britânicos gastaram milhões de libras a fazerem obras nas retretes das prisões, para mudarem a orientação das sanitas, atendendo às reclamações de muçulmanos: estavam viradas para Meca e consideravam isso ofensivo.

Um dia que se escreva a História desta época, no caso do Reino Unido, eles irão finalmente perceber a "república das bananas" em que se tornaram.

Quanto à questão da língua direi apenas isto: nas eleições do passado dia 7, na secção de voto onde estava apareceram dois africanos que, pelo que percebi, eram da Guiné-Conakry. Não falavam uma palavra de Português, apenas Francês. Mas como tinham cidadania portuguesa, lá estavam a exercer o seu direito de voto, decidindo sobre o futuro de Portugal...
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De editor69 a 16.06.2009 às 17:18

UAU!
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De Nuno Castelo-Branco a 16.06.2009 às 19:23

ORA TOMEM LÁ PARA AQUECER!
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De António de Almeida a 16.06.2009 às 20:11

Caro Nuno, permita-me uma questão que é antes do mais uma dúvida, será correcto falar em reino da Austrália? Uma vez que não existe rei da Austrália, e república não é certamente, sei perfeitamente que faz parte à semelhança do Canadá da Coroa Britânica, julgo que também não será correcto falar em reino de Inglaterra, uma vez que são países independentes, ou estarei equivocado?
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De André Ferreira a 16.06.2009 às 21:11

Tecnica e oficialmente é reino da Austrália. Há algum tempo (anos já) foi feito um referendo pela independência da coroa britânica e ganhou a independência, acabando assim com a representação pelo governador-geral da rainha, mas creio ainda assim que o referendo não era vinculante. Há ainda uma grande pressão para que se mude a bandeira do país, eliminando a Union Jack britânica definitivamente. Todavia, neste momento não tenho noção de em que pé está a situação.
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De André Ferreira a 16.06.2009 às 22:12

Depois de um bocadinho de pesquisa, afinal enganei-me. O referendo era referente à transição à república (pelo que viria a independência em relação à coroa). Não se prosseguiu à implantação por desacordo em relação aos poderes presidenciais e ao método de eleição, pelo que muitos republicanos votaram contra, segundo os estudos feitos. Historicamente, do lado da monarquia estão os descendentes britânicos do meio rural; do lado republicano os descendentes de irlandeses, maioritariamente católicos, de população urbana.
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De john a 17.06.2009 às 14:52

Este discurso de Howard já tem, de facto, algum tempo. Recordo-me de o ter lido na altura, e de o ter achado fabuloso.

O motivo pelo qual não se diz o mesmo na Europa transcende-me. Mas tenho cá para mim que o primeiro governante europeu que se atrevesse a proferir aquelas palavras seria automaticamente rotulado de "fascista"...
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De Pedro Sousa a 19.06.2009 às 22:41

O grande problema deste discurso é que quem o proferiu já não está em funções e foi derrotado eleitoralmente por um Trabalhista.

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