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As horas custavam a passar, e o sol demorava a romper por entre a escuridão. Calma! há-de chegar! dizia-se a cada momento. E, como a Primavera, que se segue sempre ao Inverno, ele acabou por surgir, bem luminoso, e com a promessa de tudo aquecer.
E começou por lhe iluminar o coração, que até aí só enxergava o lado negro da vida.
Sentia-se agora com forças para escolher, naquela encruzilhada que o fizera hesitar, o caminho a seguir, seguro e esperançoso.
Era bem verdade que o amanhã é sempre outro dia!