Concordo com este post . O estado não pode garantir empregos sob a pena de atrofiar a dinâmica económica, empresarial e até laboral. Mas, não podemos entrar no outro extremo, ou seja, a ausência total do Estado. A ausência, como garante de uma base de segurança, que, permita ao individuo comum, poder sonhar com um projecto de vida. Se não for assim, não é empresários como Belmiro de Azevedo que irão garantir isso. Há mais empresários cujo objectivo é o lucro a todo o custo, do que aqueles que têm uma perspectiva construtivista. O professor João Maurício na sua intervenção, esqueceu-se foi de relacionar as suas ideias com a pratica quotidiana. Enunciou teorias, como a "mão invisível" na jurisprudência, que, têm pouca aplicação na actualidade.