O Scorsese não imaginaria melhor. Uma mescla de "estória" siciliana, com uma comédia de Totó! Não percam, vejam e divulguem, principalmente as fotos e os videos.
Caro Podimerdi, não imagina o que eu ri com o seu nick. Para mim, monárquicos e esquerda não são novidade. ainda ontem estive com alguns e geralmente, passo os domingos com um: o meu próprio pai
Caro Ricardo, subscrevo o Nuno Castelo-Branco. Pois se nenhuma família pode ser, também não pode ser um grupo de especialistas, que se acham especiais em detrimento de todos os outros. É por isso que sou monarquico.
Pois..., especialmente porque esses especialistas se dedicam especialmente a especiais actividades nas especializantes finanças que tão boas especiarias tem propiciado a Portugal. E o mais curioso é que esses especialistas provêm de famílias inteiras e não têm qualquer argumento válido para refutar a Monarquia. Têm um, apenas: uma grande lata!
Se fosse só da área das finanças, seria apenas um problema isolado. Só que estamos a falar de todas as áreas, em que, se criam grandes genealogias politicas. E o mais escandaloso é que essa realidade é visível. O cidadão comum, perante estes factos, sente-se impotente para fazer face a essa relação de parentesco. Olhar a Monarquia como sinónimo de despotismo, em que o poder encontra-se confinado a família reinante é uma ideia ridicula.
Desculpem-me meus caros, Mas se assim fosse, então toca a queimar toda a legislação que existe, e ficariamos ao "Deus dará"... esta frase não é, no ponto de vista a mais feliz, as gerações actuais têm o dever de proteger o máximo possível as vindouras daquilo que no passado se demonstrou maléfico, e pois está claro que não se pode dar sem nada receber em sociedade, porque as leis do jogo o ditam... A Constituição faz falta, não fosse ela a Lei Fundamental, contudo aqui e ali, tem algumas arestas que têm que ser limadas, mas tudo a seu tempo, e como este país anda um pouco lento, uma coisa de cada vez. Nada contra monárquicos ou republicanos. Saúde, Amor e Paz venha ele de onde vier. um beijinho
Lady Bird, a questão não está em desproteger as gerações vindouras, mas tão somente em permitir-lhes um espaço de decisão sem condicionalismos ideológicos.
a Lei Fundamental da Nação, como muito bem diz a Lady, devia passar por mais do que um conjunto de ditames partidários. é a compilação da constituição material (as Leis Antigas) e a formal (as Leis Novas) que assinalem a identidade de um povo, mas numa esfera mínima.
o problema de uma constituição programática como a nossa, e bem o aponta Oliveira Ascensão, é que se esvazia o conteúdo das garantias dadas ao prevê-las constitucionalmente, não estivéssemos nós portugueses a viver em permanente inconstitucionalidade por omissão desde 1976.
a esquerda moderada, daqui a 10 anos, não terá nada de semelhante à esquerda moderada de há 3o anos atrás. o mesmo se passando com a direita.