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uma por cada ano daquela que, além de ser " a " mãe, continua a ser a abelha-mestra de uma daquelas PME tão maltratadas pelo Estado.
Uma mulher que humanizou o ambiente de trabalho de forma a que muitos dos trabalhadores a considerem a segunda mãe; muitos são aqueles que ela não esquece nunca nos respectivos aniversários, e eles não a esquecem também: amanhã (hoje ) vai ser inundada de flores por esses trabalhadores. É essa uma das razões porque " fervo " quando oiço falar no " monopólio do humanismo esquerdista "...
Parabéns mãe!