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cada uma de nós com um livro das irmãs Bronté: « Jane Eyre », de Charlotte, eu;  « O Monte dos Vendavais », de Emily, a minha rmã.

Recordo vagamente ter lido com gosto o que relatava a vida da preceptora, mas ter posto de lado, ao fim de algumas páginas o outro.

Hoje, decorrdos tantos anos, revi os amores malditos de Catherine e Heathclff, e tendo deveras apreciado aquela que, no seu blogue, Pedro Mexia considerou a mais profunda história de amor, não obstante ter sido escrita por alguém que nunca beijou um homem, entendi porque é que a sua leitura afastou a criança que então era.

publicado às 17:43

Pronto, já tenho programa para este Domingo.

por Cristina Ribeiro, em 17.05.09

 

Depois de ver, e rever, este vídeo que o Pedro colocou à disposição dos frequentadores do seu café, já me decidi - Manhattan foi dos primeiros filmes que vi de Woody Allen - antes, talvez só Annie Hall - e gostei muito. Cheguei a tê-lo em VHS, mas agora, um pulo à FNAC em busca do DVD...

publicado às 02:33

E como estamos em maré de celebrações,

por Cristina Ribeiro, em 04.05.09

 

a mais  bela das taças de champagne para comemorar o  aniversário daquela que além de actriz de filmes que encantaram, e continuam a encantar, foi uma verdadeira Senhora.

Audrey  Hepburn faria hoje 80 anos.

publicado às 15:37

 

ao pós - 2ª guerra mundial -,  esperança de encontrar alguma coisa da livraria onde Anthony Hopkins manuseava aqueles livros raros, os quais tinham sido a origem da amizade, que nunca passara além de uma correspondência epistolar, mantida durante vinte anos, com uma escritora do outro lado do Atlântico.

Por isso, quando cheguei a Londres, e logo me dirigi a Charing Cross Road, a decepção foi inevitável: livrarias, muitas, mas nenhuma como a dos meus encantos.

Apenas uma placa a confirmar que a Marks & Co. existira mesmo...

            

publicado às 18:17

Fã da menina da franjinha,

por Cristina Ribeiro, em 15.04.09

 

lembra o meu pai que faz anos hoje que ela morreu: a saloia de Mafra que fez as delícias de gerações anteriores, mas cujos filmes, da época de ouro do cinema português, onde contracenou com outros muito grandes, continuam a dar cartas.

Não é só os filmes que ele recorda -esses também eu os conheço, graças à televisão- mas as Revistas no Parque Mayer, que começou a frequentar durante o serviço militar feito em Lisboa. Eu que já não vi esses grandes nos Teatros Revisteiros, e que só fui a uma Revista, não gostei. Dizem-me que dantes eram bem melhores: talvez " eles " me fizessem mudar de opinião, não sei.

             O que, isso sim, me fez rir a bandeiras despregadas foi a leitura dos seus livros, de uma vivacidade e alegria facilmente associáveis à actriz d«A Canção de Lisboa», quer se tratasse do « Sem Papas na Língua », ou do « Quando os Vascos eram Santanas ».

Impagável.

publicado às 18:19

 

não se moveu um bocadinho que fosse ( não é que estivesse iludida ! ), e os vários folhetins de opereta rasca seguiram o guião de pataco, ou seja: vergonhoso, o visionamento de um filme que, como tantos outros, me escapou à época do lançamento: « Os Condenados de Shawshank  ».

Não é apenas a história de mais um daqueles terríveis erros judiciários, em que Andy ( Tim Robbins) se vê enredado nas sempre temíveis provas circunstanciais, mas também a história de uma amizade tocante com o irlandês Red ( Morgan Freeman, em mais uma excelente interpretação ).

 

 

 

                         * que evoluíram para sacanas, como constata ( e quem é que não corrobora? ) o João.

publicado às 22:23

Também gostei muito, Diogo.

por Cristina Ribeiro, em 31.03.09

 

 Sentada na cadeira do cinema, dizia-me: estás a ver um grande filme!

Com substância. Tem-nos dado muito bons filmes.

publicado às 21:19

De Vicente Aranda,

por Cristina Ribeiro, em 14.03.09

com Pilar Lopez de Ayala no papel da Rainha traída por pai, marido e até pelo filho.

Filme de qualidade, Luísa.

publicado às 14:58

Ver, em DVD, « Juana la Loca »,

por Cristina Ribeiro, em 14.03.09

                         « Doña Juana La Loca », Francisco Pradilla- Museo Del Prado

 

e relembrar que a cidadezinha, debruçada sobre o Rio Douro ( Duero ), não é apenas a povoação onde se assinou , entre  Portugal e Castela, aquele tratado que dividia o mundo a conhecer pelas duas nações ibéricas.

Tordesilhas foi também o local onde se enterrou viva, naquele castelo sombrio, e na sequência de uma conspiração desapiedada entre os senhores do mundo de então, uma mulher enluquecida de amor e ciúmes, mas antes do mais uma vítima daqueles,.

 

 

 

 

 

 

 

publicado às 00:36

No fim do fim-de-semana

por Cristina Ribeiro, em 09.02.09

um filme que junta, 11 anos depois,  os protagonistas de « Titanic », que não vi. O que vi no filme? Um casal americano da classe média que se deixa enredar numa teia fastidiosa e claustrofóbica a que April quer, para continuar a viver, fugir, o que significa a mudança de ares, de ambiente, correr outros desafios, que os tire do marasmo em que se tornou o seu dia-a-dia: mudar de vida, em suma.

                  Mas neste seu anseio não é acompanhada por Frank, que se acobardou perante o desconhecido, num comodismo que tão bem foi desmascarado pela clarividência de um " louco ".

 

Metáfora que vem a calhar que nem luva na vida de um País a precisar urgentemente de refazer o seu rumo, sob pena de vir a sofrer de uma atrofia sem regresso, porque navegar é preciso, enquanto ainda há mar para navegar...

publicado às 11:05

Dizia-me um sobrinho

por Cristina Ribeiro, em 10.01.09

da vontade de ler « A Vida de Thomas More », de Peter Ackroyd.

Que lhe emprestava o meu exemplar.

Falei-lhe, ademais, do filme - visto há tanto tempo que eu mesma fiquei com vontade de o revisitar-  « Um Homem Para a Eternidade», de que recordo ter gostado muito. Tal como do livro.

publicado às 19:02

revi o dia de ontem, e pensei em Scarllet  O'Hara, e que " amanhã é ( sempre ) outro dia ".

 

Foram várias as vezes que vi o filme de Victor Fleming,mas nunca li o livro de Margaret Mitchell.

     Há alguns anos, tinha acabado de ser editado, preparava-me para apanhar o avião para Florença, quando na livraria do aeroporto vi um volumoso livro entitulado «Scarlett»  - não  retive o nome do autor - ;  pretendia ser a sequela da saga centrada na filha de emigrantes irlandeses ; apesar de  levar leitura para a viagem, decidi-me pela compra- afinal tinha gostado muito de « E Tudo o Vento Levou»...; iria, por certo, reencontrar a Scarlett de Vivien Leigh, e  o  Rhett de Clark Gable...

O engano não tardou a ser desfeito: lidas duas páginas e o, agora livrinho, era posto de lado, à espera de um caixote de lixo que o recolhesse.

               Mais uma vez concluía haver coisas nas quais se não deve remexer.

publicado às 13:39

Revisitando a Arábia

por Cristina Ribeiro, em 08.11.08

da época do Emir Faisal lembro que  vi, mais do que uma vez, o filme que David Lean dirigiu, mas que nunca li o livro que o inspirou.

publicado às 20:44

«Chariots of Fire»

por Cristina Ribeiro, em 12.08.08

Fim de tarde, começo da noite, muito profícuo o revisitar os Jogos Olímpicos de 1924, num dos filmes que mais me comoveram, até por saber da carga verídica da acção que mexe connosco, nas muitas mensagens que nos envia.

Há coisas imutáveis. Há coisas que são  para não esquecer.

publicado às 22:27

O Teatro Circo de Braga

por Cristina Ribeiro, em 03.07.08

foi o meu «Cinema Paraíso».

    Foi no Carnaval dos sete anos; íamos, todos os irmãos, pela primeira vez ao cinema, ver «Cinderela», de Walt Disney.

Lá chegados, claro que o primeiro fascínio foi o próprio edifício, tão grande e tão bonito.

Veio depois, ainda antes de começar o filme, o deslumbramento ao vermos todas aquelas serpentinas , que nunca tínhamos visto, inundarem a plateia, lançadas dos camarotes.

Mas a magia ia continuar na grande  tela, quando começamos a ver  aqueles desenhos: guardo muito nítida a imagem dos passarinhos e dos ratinhos a costurarem o vestido que a Cinderela levaria ao baile, e lembro de como essa e outras peripécias foram o assunto de conversa  entre nós, nos dias que se seguiram...

      Quando o filme acabou, cada um de nós carregou um bom bocado de serpentinas, que jaziam no chão, e, quando chegámos a casa, cobrimos de papéis coloridos o diospireiro, que, naquele mês de Fevereiro, tinha ainda os ramos nus.

 

publicado às 19:19

Um cão que ria,

por Cristina Ribeiro, em 13.06.08
o de Vasco Santana.
Hoje de manhã acordei com a voz do actor, à conversa com Igrejas Caeiro.
Assinalavam-se os cinquenta anos da sua morte. E ele dizia que tinha um" cão engraçado", porque ria. E eu lembrei-me de todas as vezes em que ele me fez rir. A noitada de Santo António, e a alegria que lhe andava associada, chegou até nós muito pelo que deixou na tela:o manjerico para a Dona Rosa, o tostãozinho para o Santo...

publicado às 23:13

Fins-de -Semana

por Cristina Ribeiro, em 27.04.08

"Caro Fabrizio, estou a escrever-te num estado de extrema prostração. Lê as terríveis notícias que vêm no jornal. Os Piemonteses desembarcaram. Estamos todos perdidos. Esta mesma noite, eu e a família toda vamos refugiar-nos nos barcos ingleses. Decerto quererás fazer o mesmo."
(«O Leopardo», de Giusepe Tomasi di Lampedusa)

Sentada no sofá, muitas foram as vezes em que os olhos paravam neste título, na lombada de um livro fininho, há muito tempo na estante, sem vontade de o abrir, com receio de me decepcionar, tanto gosto do filme protagonizado por Burt Lancaster.
O normal é o contrário: decepção com a adaptação cinematográfica da obra literária; mas este filme de Visconti está num pedestal tão alto...; acontecera uma coisa assim com «Despojos do Dia», em que tive medo de o livro não ser digno das interpretações de Anthony Hopkins e Emma Thompson...
Até que ontem o livrinho venceu esses receios, e já vou a meio, sem que tivesse ainda vontade de o pôr de lado.

publicado às 14:58

Dias de chuva (2)

por Cristina Ribeiro, em 20.04.08
É nestas tardes cinzentas que é maior a nostalgia daquelas "Tardes-de-Cinema" com que a RTP nos brindava aos Domingos.
Aconchegada numa manta, não tirava os olhos do ecrã, onde passeavam toda a sua classe actores como Audrey Hepburn, Cary Grant, Katharine Hepburn ou James Stewart.
Nessa altura, a qualidade sobrepunha-se à quantidade...

publicado às 16:52






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