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A Aliança Atlântica na Política Externa Portuguesa

por Samuel de Paiva Pires, em 03.05.09

 

José Miguel Pires, no blog da Comissão Portuguesa do Atlântico / Associação da Juventude Portuguesa do Atlântico:

 

E agora, volvidos 35 anos após a Revolução dos Cravos, a relação estabelecida entre Portugal e a NATO toma proporções importantes ao nível da Política Externa, uma vez que a estratégia nacional não pode diferir da política da Organização, assegurando a plena coordenação de espaços de acção e de objectivos a concretizar. A regulação sem estandardização genérica, ou seja, um modo operacional de funcionamento, reflecte o Interesse Nacional do Estado. E para o caso português é importante que esta delineação passe pela Organização do Tratado do Atlântico Norte.


A NATO está, deste modo, ligada à postura atlanticista neste século XXI, devido à organização estratégica que pode contribuir para um melhor planeamento da política de segurança na ordem internacional. É com base neste conjunto de objectivos e na redefinição dos propósitos iniciais que a Aliança Atlântica se tem tornado num mecanismo viável de política internacional.


A História demonstra que as decisões tomadas têm efeitos e consequências na vida de outrem, ou seja, as deliberações tomadas num dado contexto histórico têm resultados concretos. Aconteceu com a NATO e com o seu poder de delineamento de objectivos e de entrosamento com as políticas externas dos Estados membros. Daí que o atlanticismo português seja tanto um modo de compenetração nos limites estipulados, como de guia-exemplo para a cooperação.

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publicado às 00:29

Amanhã de manhã (hoje dia 18) no ISCSP

por Samuel de Paiva Pires, em 18.03.09

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publicado às 00:40

Tendo em consideração que não é pensada a médio e longo prazo, pode-se arriscar dizer que não existe verdadeiramente política externa portuguesa.

 

Goste-se ou não, a última vez que foi pensada como uma política externa foi durante o regime do Estado Novo.

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publicado às 19:09

Recorde pessoal

por Samuel de Paiva Pires, em 10.07.08

Numa frequência, 5 folhas de teste, 20 páginas completas. O recorde anterior eram 5 folhas mas 18 páginas. Pelo meio fica a explicação que daqui a uns dias talvez aqui deixe quanto à brilhante estratégia de Salazar em termos de política externa no que concerne ao período de 1936 a 1945, atravessando a Guerra Civil Espanhola e a II Guerra Mundial. Possivelmente a última vez que fomos determinantes para os destinos da Europa e do Mundo, considerando o nosso papel crucial para o desenlace verificado na II Guerra Mundial.

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publicado às 00:48

Luís Amado na Universidade Lusíada

por Samuel de Paiva Pires, em 02.04.08
O sempre informado Carlos Albino traz-nos um excelente post sobre as lições que o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, deu ontem na Universidade Lusíada, a mostrar que até o próprio Ministro tem dificuldade em remar contra as, vá lá, dificuldades, que perpassam os sectores económico e cultural das Necessidades:

Nem sabemos bem por que motivo, mas quando aqui em NV demos relevo à ida do ministro Luís Amado à Universidade Lusíada/Lisboa, suspeitámos que o MNE iria dar lição. E deu.

E na lição que deu, o ministro surpreendeu sobretudo os que o têm como que a navegar na linha de águas entre o sim e o não, com o astrolábio daquela cautela que não tem norte nem sul, na mão petrificada. Ou, pela fábula bíblica, como que um ministro conformado no seu Monte das Oliveiras, dispondo-se ao sacrifício político de pedir perdão para os que não sabem o que fazem, com o Barrabás e até o outro ao lado, no calvário de estado.

Nada disso. Desta vez, Luís Amado foi a direito contra a "política de capelas" ou "política de preservação do poder" que identificou como um problema "muito flagrante neste momento na acção externa".

Disse o ministro sentir dificuldades na "melhor promoção dos interesses económicos" e na "maior valorização do papel da cultura e da língua portuguesa", onde também sente ser necessária "mais e melhor cooperação interministerial em todas as áreas".

E que "há sempre uma política de capelinhas a condicionar, muito, os interesses de Portugal", dando relevo a que "o défice é especialmente visível no sector cultural".

"Custa-me que haja uma missão diplomática num país com potencial (económico) que não faça tudo o que pode fazer pela promoção dos interesses portugueses, às vezes não por não ter sensibilidade, mas por falta de enquadramento", avaliou o ministro para concluir que "a política de capelas isola-nos" na acção externa, tanto a nível cultural como económico.

Resultado: "É um desperdício termos uma máquina política e diplomática que não se foca nestas áreas", sendo "inaceitável que o potencial destes recursos não seja mobilizado”.

Luís Amado, com isto, fez o mais importante: identificou o problema - a política de capelas, a política de preservação do poder.

Ora quando se identifica o problema, ressucita-se! Aleluia!

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publicado às 03:58






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