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Crónica de uma "morte" anunciada

por Pedro Quartin Graça, em 16.01.11

José Eduardo Bettencourt é um grande sportinguista. Disso ninguém tem dúvidas. Será também um bom quadro bancário. Sobre isso só os seus patrões poderão responder. Será amigo do seu amigo e uma excelente pessoa. Sobre isso nem me atrevo a escrever. A verdade é que, mesmo eleito por esmagadora maioria dos sócios, JEB foi um desastre enquanto presidente do Sporting. Não por falta de vontade, mas por falta de jeito. Não por falta de empenho, mas por falta de estrutura psicológica para o lugar. O começo do fim começou precisamente no próprio dia da sua eleição e com o abandono de Miguel Ribeiro Telles e Carlos Freitas. Continuou, ao longo dos meses, com as suas desastrosas declarações e insultos a adeptos utilizando uma linguagem nunca ouvida em Alvalade. Prosseguiu no mesmo ritmo com a "cena patética" de Paulo Bento forever. Persistiu com uma postura institucional pouco conforme com um presidente de um grande clube. Agravou-se com um conjunto de contratações caras e que se revelaram um verdadeiro flop. Culminou com a contratação de um director desportivo sem passado mas com demasiada "presença" em áreas onde tal não se pedia. Terminou como começou: mal. JEB estava desde o início condenado a falhar. Paradoxalmente foi o primeiro presidente profissional do Sporting. Falhou em toda a linha e quem perdeu foi o clube. Parte sem títulos. Para os sportinguistas não deixará saudades. O Sporting continua. For ever.

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publicado às 10:21

Um anti-depressivo com bigode

por João Gomes de Almeida, em 14.12.10

O meu amigo e colega João Távora decidiu oferecer-me um anti-depressivo, de uma altura em que eu ainda não era nascido. Agradeço, mas fico com a sensação de que nós sportinguistas continuamos a viver um bocadinho no passado. Um bocadinho só, na altura dos bigodes.

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publicado às 18:30

Sporting campeão com Bettencourt é ficção

por João Gomes de Almeida, em 14.12.10

Agora que o meu grande amigo Pedro Quartin Graça já cá está, já posso falar do nosso Sporting. Aliás, hoje acordei e pensei finalmente no meu Sporting, porque desde a derrota de sábado que ainda não me tinha dado ao trabalho de pensar no assunto - o que se tornou uma prática recorrente. Nós sportinguistas, estamos habituados a perder sem darmos luta, estamos habituados às fracas ambições que os nossos fracos dirigentes nos têm vindo a incutir, em nome de uma suposta estabilidade financeira, que os únicos resultados que nos trouxe foi ter arruinado o nosso futebol profissional e ter afastado os nossos investidores e patrocinadores. Há 23 anos que não estávamos tão mal e a culpa é única e exclusivamente de José Eduardo Bettencourt e da escumalha, como o director desportivo Costinha, que o ex-banqueiro foi entachando pelo clube.

 

Esta tropa que para ali anda, ainda não mostrou qualquer resultado e a única coisa que tem feito é vender os maiores activos do clube, ou seja, os nossos jogadores de formação - agora, no mercado de Dezembro, o circo vai continuar, Djaló irá embora sem ter tido oportunidade de jogar esta época, Tales e Grimi devem seguir o mesmo rumo, Izmailov finalmente irá embora e o guarda-redes Hildebrand, escolhido por Costinha há uns meses, também.

 

No meio disto tudo, o jogador Maniche vem dizer «que não aceito críticas de falsos sportinguistas» - isto vindo de um jogador que se diz sportinguista e que no topo da sua carreira fez questão de jogar no F.C. Porto, voltando ao seu clube de "coração" já fora do prazo de validade e em busca apenas da reforma dourada que o amigo Costinha lhe decidiu oferecer, tal como já tinha feito ao eterno lesionado Pedro Mendes.

 

Sinceramente, o Sporting não precisa desta canalha, não precisa do Bettencourt, não precisa do piroso do Costinha e não precisa dos amigos velhos do Costinha no plantel. O nosso Sporting precisa de um novo presidente, que se afirme na responsabilidade de ganhar títulos e voltar a fazer do Sporting um grande clube nacional - se isto não acontecer, seremos brevemente um novo Belenenses e a culpa será única e exclusivamente dos sócios, que elegem os seus dirigentes com base no apelido de família.

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publicado às 12:00

Assim é que é!

por Nuno Castelo-Branco, em 21.01.10

 

Um monárquico feroz

 

O nosso correligionário Sá Pinto, resolveu as suas divergências com Liedson, desfechando-lhe uma bateria de murros. Não se percebe e nem interessa entender, a razão para tal trocas de mimos entre os futeboleiros. Bem vistas as coisas a ideia nem é má de todo, porque a Justiça pouparia muito tempo e dinheiro, se os dirigentes desportivos resolvessem dirimir as divergências, usando dos recursos disponíveis e mais imediatos. Podem até obviamente demitir-se.

 

Este ano promete. Para cúmulo da sorte dos assessorados comissionistas do Centenário da República, Portugal vai ao mundial e já estamos mesmo a ver que qualquer hipotética vitória a comemorar com as várias e orientalistas versões da bandeirola do costume, servirá perfeitamente para encarte nos telejornais das duas semanas anteriores ao 5 de Outubro. Um mar de gente, a Portuguesa a plenos pulmões, correrias avenidas acima e abaixo, bebedeiras descomunais, tudo servirá para o "fazer de conta" em que os técnicos de imagem se tornaram exímios. O décor perfeito para o pouco pão e muito circo habituais.

 

A ver vamos se o sofrível neo-estado de graça entre Belém e S. Bento, não acabe à maneira de Sá Pinto: ao murro. Isso é que seria interessante e sobretudo, desejável.

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publicado às 15:39

Coisas realmente prioritárias

por Samuel de Paiva Pires, em 25.03.09

 

(Torre de Babel por Pieter Brueghel, tirada daqui)

 

Já não sei bem há quanto tempo dura a novela do Provedor de Justiça. Entretanto o país está também parado por causa duma birra qualquer do Sporting (e eu sou sportinguista) a ver com o tal penálti mal assinalado.

 

E mais uma vez eu pergunto: não há nada mais prioritário a tratar? No meio disto tudo, sempre a falta de sentido de estado, mesmo da RTP que fez um Prós e Contras sobre futebol, mais um...

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publicado às 01:03

Momento treinador de bancada

por Samuel de Paiva Pires, em 16.09.08

Paulo Bento tinha que inventar! Não estava safisfeito com a excelente substituição de Romagnoli por Miguel Veloso, esse que a meio campo causou uma positiva e gradual reviravolta no jogo do Sporting, teve que fazer entrar Pereirinha por Caneira e colocar Veloso na lateral esquerda. Asneira, como se viu, pois.

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publicado às 21:40

Notas soltas

por Samuel de Paiva Pires, em 16.09.08

Com muito trabalho e pouco tempo disponível prefiro notar quanto aos amanhãs que cantam o fim do capitalismo que estou em pleno acordo com o Nuno, especialmente quanto aos que possivelmente se vão preparando para decretar a falência do sistema económico neo-liberal (para usar o chavão corrente que toda a gente usa mas não sabe sequer o que significa, basta atentar nos (des)contextos em que os camaradas Jerónimo e Louçã o utilizam), para logo o substituir por uma possível receita que apenas parece encontrar sustentação numa actualização do comunismo. Por mim, nesta época de crescente fragmentação das economias nacionais a par com a formação de grandes espaços tendencialmente supranacionais, prefiro notar que me parece vir a ser necessário um travão à desregulamentação, provavelmente colocado a partir dessas novas unidades. É que se sou um efusivo adepto do liberalismo político, não o sou tão efusivamente quanto à economia e à "smithiana" mão invisível. Há um argumento muito simples para tal: nada garante que não haja má gestão e que essa não leve o sistema à falência, tal como parece estar a acontecer, independentemente das falências se constituírem como supostamente saudável elemento de regeneração do próprio sistema capitalista. Se levada a um extremo a noção da mão invisível e do mercado completamente desregulamentado parece-me que regredimos a uma espécie de estado de natureza no sistema económico. O Estado existe é para regular, e se a economia é o meio de sustentação financeira do Estado, pese embora a noção de mercado livre, ao Estado (ou às novas entidades supraestatais) cabe encontrar a solução para um sistema económico integrado (como o é inegavelmente o sistema económico mundial) sustentável e que não arrisque  o saudável desenvolvimento das populações, um sistema em que os estados e as entidades supraestatais sejam tendencialmente facilitadores do papel das empresas mas não sejam reféns dessas como se tem notado cada vez mais. 

 

Quanto à discussão que por aqui vai sobre o uso da gravata, devo dizer que sou um partidário do que o caríssimo João Távora escreveu há tempos no Corta-fitas. Continuarei a utilizá-la porque me é um dos elementos mais caros no vestuário formal que me apraz usar.

 

Bom, e agora mais importante é ver o Sporting que infelizmente vai perdendo por 1-0. Volto mais logo.

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publicado às 19:59

E porque não falar de futebol

por Samuel de Paiva Pires, em 15.07.08

Só para dizer que não faço ideia do que se tem passado nesses arrufos desportivos pseudo-judiciais, não quero saber e se alguém me quiser falar sobre tal não vale a pena tentar. Não faço parte da casta de ávidos leitores, comentadores e treinadores de bancada portugueses que só lêem A Bola ou o Record e/ou se preocupam com futebol. Se isso faz de mim pior português, assim seja. E como bom sportinguista, apenas noto que concordo plenamente com o Tiago Galvão:

 

O único que vai à Liga dos Campeões, merece estar na Liga dos Campeões, não quer saber de quem vai à Liga dos Campeões e na próxima época será o único que de certeza estará na Liga dos Campeões, por causa deste meio-campo: Veloso, Moutinho, Rochemback, Romagnoli e Vukcevic.

 

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publicado às 20:15

Eu hoje vou dormir assim...

por Samuel de Paiva Pires, em 17.04.08


E amanhã vou sair à rua com o cachecol do Sporting!

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publicado às 02:02






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