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Acerca da impunidade com que um labrego, hedonista e porco, tido na praça por voz da diversidade consegue bolçar tudo o que a imagem descreve sem que lhe suceda o que sucederia num país menos livre, menos brando e menos conservador; sem que lhe suceda o que sucederia se o marido da pessoa em causa fosse de esquerda: ser apedrejado, esquartejado, baleado, ou até apenas escarnecido nas redes sociais pela Inquisição Abrilesca que se arroga de ser moralmente superior.

Existe uma solução para isto (ate porque o javardo continuava, ate ha dez minutos, a regurgitar inanidades contra "os fachos" e "os vocês [sic] que não querem é que haja comediantes") e por muito fora da box , e horripilante que ela soe, eu devo dizê-la.
Esta gente, este sequito que le o Quadros e nao ve nada de mais como quem perpassa em 30 segundos da noticia cor-de-rosa para as facadas entre ciganos em Gulpilhares, é de uma etnia diferente. Não são humanos como eu sou humano, ou como quem lê aquilo que escrevo e nisso se revê é humano. São animais. É a conclusao de Hannah Arendt levada ao termo assimptótico.
Faz de conta que são, por amor ao argumento, sérvios com os restantes a dividirem-se: uns são kosovares (levam de todo o lado), outros bósnios (andam a ver se chegam ao mês seguinte) e os outros, que constituem facção bastante para virar a mesa, croatas.
Escuso de recordar como os croatas e os sérvios se lidaram entre si por duas vezes.
Escuso de afirmar que não vejo outro desfecho para este quintal.
Até sinto uma certa vontade que seja depressa.
*título que pretende dar seguimento ao post de Miguel Noronha n'O Insurgente.