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A pouca vergonha chegou à cidade

por Pedro Quartin Graça, em 05.11.14

emel.jpg

Cidade Universitária, junto ao ISCTE - IUL, na rua que liga a morgue de Santa Maria a esta Universidade, hoje dia 5 de Novembro.

11H - Carro estacionado em parque de zona verde gerido pela EMEL. Parque praticamente vazio. Carro fechado, bem estacionado, direito, com ticket pago, travado, numa reta. Nenhum carro à volta.

13.45 H - O mesmo carro, por sinal o meu, desaparece do local onde se encontrava estacionado. Aparece no outro lado da rua, sem qualquer multa ou aviso, atravessado em espinha em cima do passeio. Fechado, mas destravado, com um pedregulho a fazer de travão atrás da roda traseira esquerda. Nenhum carro à volta.

Na zona, mas muito mais à frente, vários carros bloqueados pela EMEL.

Até agora ainda não consegui perceber o que se passou, como isto foi, no fundo, possível. Uma única explicação sobre a autoria da brincadeira, um verdadeiro crime de lesa propriedade, aliás: a EMEL.

A inevitável pergunta: Agora a EMEL, alegadamente, abre carros(!!!???), destrava-os, retira carros dos locais e deixa-os abandonados e destravados no meio da rua? Tudo isto sem qualquer razão plausível?

Mas que enorme pouca vergonha é esta? 

publicado às 17:35


7 comentários

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De Joaquim Safara a 05.11.2014 às 17:59

Uma hipótese que já me aconteceu a mim. Esquceu-se do carro destravado, ele a determinada altura começou a rolar e teve a grande sorte de alguel ter visto, de não ter havido nenhuma colisão e de lhe terem empurrado o carro até ao outro lado...
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De Pedro Quartin Graça a 06.11.2014 às 11:07

Seria na verdade possível não fora o facto de o carro se encontrar numa reta perfeita, logo sem qualquer desnível... Pelo peso que tem não vislumbro que ele fosse facilmente amovível... mas obrigado!
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De Nuno Castelo-Branco a 05.11.2014 às 19:59

Outra cena: Na rua de S. Marçal, um aviso de estacionamento reservado a deficientes, virado para… o lado oposto da rua. O parvo que sou, estaciona FORA desse local reservado - mas, reconheço, talvez uns 50cm dentro do mesmo - sai do carro, tira o bilhete da Emel e vai à sua vida. Quando volto à viatura, zás!, uma multa de 60 Euro. Protesto através de mail, com fotos comprovativas da invisibilidade do dito sinal. A Emel responde, fazendo de conta não ter percebido a mensagem e confirmando a multa, ou melhor, a caçada ao dinheiro alheio. Culminando, anteontem uma carta na caixa do correio, intimando ao pagamento da multa. Para quando o fim destes abusos que cheiram demasiadamente a saque?
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De Hey, retard a 05.11.2014 às 23:47

É para aprenderes a não ser chico-esperto. Paga e não bufes, totó!Image
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De José Lima a 06.11.2014 às 05:48

E quando os saqueadores são as próprias PSP e GNR (esta última, com procedimentos de autêntica má fé e desprovidos de qualquer equidade, transformada numa vulgar quadrilha de salteadores ratoneiros de berma de estrada)? Que dizer quando se é multado (€ 25) por se haver estacionado o carro, não em cima ou sequer invadido a zona delimitada de uma passadeira, mas a menos de 5 metros dessa zona delimitada?.. Ou como reagir quando se é multado (€ 60) por se haver estacionado o automóvel em lugar aparentemente reservado a viaturas de serviço (no caso, dos CTT), sendo certo que o sinal que publicita essa circunstância se encontra colocado, não na via pública, mas na parede exterior do edifício junto a esse lugar de estacionamento, a uma altura que o torna invisível ao condutor que circula sentado na sua viatura?.. Ambos os casos sucederam comigo: o primeiro com a PSP, numa localidade da Alta Estremadura; o segundo, com a GNR, numa sede de município do distrito de Beja.
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De Alexandre Burmester a 07.11.2014 às 18:51

Só um à-parte: vivo no Porto, e por aqui estranha-se o próprio conceito de uma empresa municipal de estacionamento (ou, já agora, de urbanização).


As empresas municipais são a versão autárquica dos institutos públicos. Ambas as categorias deveriam ser um óbvio alvo de redução da despesa pública.
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De -B a 06.12.2014 às 00:55

Muito medo!

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