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António Costa vai ser avalista dos empréstimos do Bloco de Esquerda e do Partido Comunista Português - é assim que Cavaco Silva estabelece a relação de garantias de governação. Se a carrinha que circula pela faixa da Esquerda avariar ou o motor gripar, será Costa a pagar uma parte do arranjo. O outro conserto da carroçaria será suportado pelos portugueses. Quando Jerónimo de Sousa, e outros com semelhantes reclamações, afirmam que aquando da nomeação de Passos Coelho, a série de seis perguntas foi preterida, esqueçem-se de um pequeno pormenor - o país estava a arder, Portugal estava rachado. Assim sendo, não faria muito sentido, e nesse contexto, perguntar aos bombeiros de serviço que tipo de mangueira faziam tenções de usar. António Costa, que parece vir a assumir a qualidade de chefe de governo, está correctamente e preventivamente a ser controlado em nome da sustentabilidade que Portugal exige. As perguntas colocadas à saída de Belém, segundo o presidente do Partido Socialista Carlos César, são fáceis, do nível de uma quarta classe, e António Costa tem as respostas todas debaixo da língua - da sua. Sobre os seus parceiros de coligação parlamentar, pouco se sabe. De qualquer maneira, não governam. E isso é bom. Mais facilmente farão parte da oposição ao governo socialista. Já temos indícios mais do que suficientes de que as comadres andarão à estalada. É uma questão de tempo e poucas matérias de governação.

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publicado às 18:53


3 comentários

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De Anónimo a 23.11.2015 às 20:10

Às terças, quintas e sábados há uma maioria de esquerda, às segundas, quartas e sextas não há e o PS depois ia pedir os votos do centro-direita no Parlamento. Ou seja, para a adopção por gays, para aumentar as pensões e repor os salários da função pública há governo, para todas as outras matérias depois logo se vê.
Espero que o Presidente nunca deixe este aborto ver a luz do dia. Que vergonha...
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De Edgar Carneiro a 23.11.2015 às 23:21

E o País não está agora pior do que estava?
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De Anónimo a 24.11.2015 às 11:43


A Turquia abateu um avião russo que havia entrado no seu espaço aéreo e Putin já classificou este incidente como muito sério...
É este o grande risco da Guerra da Síria, havendo muitos países a intervir directa e indirectamente com interesses antagónicos numa área geográfica pequena, e por isso com elevado risco de existirem incidentes que por sua vez podem despoletar conflitos ainda maiores e mais graves. A Nato, e consequentemente todos os seus Estados membros incluindo Portugal, está a um passo de ser envolvida nisto, por causa da Turquia e da França, o que é muito intranquilizador.
Relativamente à Turquia, este não é um país de confiança devido à deriva autoritária de Erdogan e à sua ambição de recuperar para a Turquia "moderna" a grandeza estratégica do Império Otomano. A França também não o é por causa da sua tradicional postura de potência continental que procura posicionar a UE ao lado da Rússia contra os EUA, daí poder estar a usar a "aliança" contra o DAESH para o fazer pela "porta do cavalo". A luta contra o DAESH pode ser uma enorme armadilha contra a Europa em várias vertentes. Além de que ir atrás de incompetentes acossados internamente como o Hollande nos coloca na dependência da política interna francesa. Já basta termos fatalmente de levar com a americana...
Neste contexto complexo e difícil, se Cavaco Silva indigitar o Costa, Portugal vai um "governo" de socialistas (sempre a reboque dos franceses) na dependência de comunistas e anarquistas. Pior é impossível...

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