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Ainda não tinha percebido quais eram os atributos intelectuais ou políticos de Ana Catarina Mendes. Mas agora percebi. Não os tem. Limita-se a seguir o quadro ético do seu partido, que se inspirou no precedente de Sócrates que afirma ter tido a boa fortuna de ter o amigo Carlos Santos Silva para lhe emprestar umas coroas. A fórmula vencedora parece servir na perfeição os intentos do Partido Socialista. O Largo do Rato, falido que está, agora pede aos autarcas para contribuírem com a dízima para as eleições que se avizinham. E quais serão as contrapartidas? Porque almoços grátis não há. Mas a distorção desta prática levanta outras lebres. Discrimina, dentro do próprio partido, os dadores dos forretas. Alimenta a ideia (errada) de que a política apenas se faz com dinheiro quando faltam ideias vencedoras. Se não vai a bem, vai a notas. Quando chegaram as legislativas como vai ser? Também vão ter uma entidade e uma referência de valores morais?