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  <title>Estado Sentido</title>
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  <description>Estado Sentido - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Sun, 28 Jun 2009 16:13:25 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Sun, 28 Jun 2009 15:49:49 GMT</pubDate>
  <title>A noite fora agitada e o frio entranhara-se nele.</title>
  <author>Cristina Ribeiro</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/eIJ2oIQGvlADgzZIKPM4&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; style=&quot;border-color: black;&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/eIJ2oIQGvlADgzZIKPM4/s320x240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;As horas custavam a passar, e o sol demorava a romper por entre a escuridão.&lt;i&gt; Calma! há-de chegar!&lt;/i&gt; dizia-se a cada momento. E, como a Primavera, que se segue sempre ao Inverno, ele acabou por surgir, bem luminoso, e com a promessa de tudo aquecer.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;E começou por lhe iluminar o  coração, que até aí só enxergava o lado negro da vida.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Sentia-se agora com forças para escolher, naquela encruzilhada que o fizera hesitar, o caminho a seguir, seguro e esperançoso.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Era bem verdade que o amanhã é sempre outro dia!&lt;/p&gt;</description>
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  <category>( metáfora )</category>
  <category>portugal</category>
  <category>da vida</category>
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  <pubDate>Sun, 28 Jun 2009 01:05:13 GMT</pubDate>
  <title>Desiludido.Desesperançado.</title>
  <author>Cristina Ribeiro</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/r3T0Ggeo0Yp0UdghQao5&quot; target=&quot;_blank&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://fotos.sapo.pt:80/r3T0Ggeo0Yp0UdghQao5/s320x240&quot; style=&quot;border-color: black;&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Saíra de casa para espairecer. Tentar, consultando os seus botões, encontrar uma saída airosa para o buraco negro que se tornara a sua &lt;i&gt;vidinha&lt;/i&gt;, tão sem raios de sol a aquecê-la. As nuvens negras tinham vindo do nada, sem grandes avisos prévios, ou então eles tinham surgido, mas, na grande distracção em que mergulhara nos últimos tempos, não parara para os ouvir; e agora sentia-se assim, um traste. Naquela manhã levantara-se com mais ânimo: tinha de sair daquele beco escuro, e, assim pensando, meteu os pés ao caminho.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;À sua frente, uma encruzilhada; que caminho seguir, dos quatro possíveis, interrogava-se.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Enquanto assim cogitava, sentava-se numa pedra que lhe pareceu um bom sítio para descansar, depois da grande  caminhada. E olhou o horizonte, sem que nele encontrasse a resposta que esperava. Ficou por ali, enquanto o sol ia declinando, até que se fez noite.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;i&gt;Hoje já não vou adiante. Amanhã será outro dia!&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;E voltou para casa, mesmo sabendo que a solidão que nela ia encontrar seria mais negra que a própria noite sem luar.&lt;/p&gt;</description>
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