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  <title>Estado Sentido</title>
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  <description>Estado Sentido - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Sun, 19 Jan 2014 19:34:33 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Sun, 19 Jan 2014 19:20:48 GMT</pubDate>
  <title>Mais money</title>
  <author>John Wolf</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/habongo70/fotos/?uid=py1V4dzRJju4zLGNMHb3&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/G28027339/16514157_e6e6y.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;1170&quot; height=&quot;780&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quando ouvimos mais uma estória sobre uma loja que fecha e deixa mais três no desemprego, sabemos que Portugal está bem e recomenda-se. Quando percorremos os corredores do supermercado e observamos que o número de desdentados cresceu, sabemos que a &lt;a href=&quot;http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=97256&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;agência de rating&lt;/a&gt; não se enganou. Quando reparamos que algumas pessoas que conhecemos, subitamente apresentam cabelos grisalhos, sabemos que Portugal dobrou a esquina. Quando escutamos o desabafo de um desconhecido choroso que não consegue pagar a renda, sabemos que a retoma é uma certeza. Quando ficamos a saber que aquele idoso simpático deixou de poder medicar-se, sabemos que estamos a salvo. &lt;a href=&quot;http://expresso.sapo.pt/bancos-europeus-precisam-de-dinheiro=f851410&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Quando escutamos que os bancos Europeus precisam de ainda mais dinheiro, está tudo explicado.&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>bancos europeus</category>
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  <category>john wolf</category>
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  <pubDate>Thu, 27 Oct 2011 12:50:05 GMT</pubDate>
  <title>Enquanto a malta se regozija com os resultados da cimeira europeia de ontem</title>
  <author>Samuel de Paiva Pires</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ainda há quem tenha os pés assentes na terra, como por exemplo &lt;a href=&quot;http://portugalcontemporaneo.blogspot.com/2011/10/not-over-yet.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Ricardo Arroja&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://oinsurgente.org/2011/10/27/50/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;João Luís Pinto&lt;/a&gt;. Deste último, transcrevo o texto na íntegra:&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;«As notícias que dão como sendo de 50% o valor do perdão da dívida grega parecem, afinal, largamente “optimistas” em relação a esse valor, e aparentemente deixam de lado ou menosprezam alguma informação relevante em relação à natureza desse perdão.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em primeiro lugar, não referem que foram excluídos desse perdão o BCE, a UE e o FMI, sendo que portanto esses 50% se referem somente ao restante da dívida – o que, ponderando os montantes envolvidos, reduzem esse perdão &lt;a href=&quot;http://www.zerohedge.com/news/here-how-50-greek-haircut-actually-just-28&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;a 28% da dívida grega&lt;/a&gt;. Mais do que isso, cria um estatuto de “credores de 1ª” e de “credores de 2ª” da dívida grega, um novo motivo de alerta para os detentores privados de dívida pública de outros estados europeus.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em segundo lugar, parece ignorar que uma parte significativa dessa dívida “perdoada” é detida por bancos e fundos de pensões gregos, o que faz pensar em qual será a reacção da “rua grega” quando se aperceber que a bonança do perdão da dívida afinal foi em parte sustentado à custa da viabilidade das suas reformas, e que ainda vão ter que ser os financiadores mais do que previsíveis da recapitalização dos bancos gregos afectados, que simultaneamente são atingidos pelo “perdão” e pela imposição de subida de rácios.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Sinceramente, não sei onde estarão os motivos da &lt;a href=&quot;http://economia.publico.pt/Noticia/papandreou-fala-de-uma-nova-era-para-a-grecia-1518463&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;satisfação anunciada pelo primeiro-ministro grego&lt;/a&gt; com esta decisão, e qual será a natureza efectiva da “nova era” que anuncia.»&lt;/p&gt;</description>
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  <category>bancos europeus</category>
  <category>grécia</category>
  <category>crise da dívida soberana</category>
  <category>banco central europeu</category>
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