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  <title>Estado Sentido</title>
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  <description>Estado Sentido - SAPO Blogs</description>
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  <pubDate>Mon, 11 Sep 2017 17:01:00 GMT</pubDate>
  <title>&quot; No meio de uma nação decadente, mas rica de tradições... &quot; II</title>
  <author>Cristina Ribeiro</author>
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  <description>&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;CBE783E0-5A8E-4F90-B39D-95470308B7D3-6732-000004C0&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B0d11e058/20634794_5oqyG.jpeg&quot; alt=&quot;CBE783E0-5A8E-4F90-B39D-95470308B7D3-6732-000004C0&quot; width=&quot;184&quot; height=&quot;247&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&quot; À Monarquia descentralizadora foi-se substituindo uma Monarquia corrompida, excessivamente centralizadora, túmulo das liberdades tradicionais e, ao mesmo tempo, berço do cesarismo. ( ... ) O século XIX é um século de penitência universal: principiado sob o signo do liberalismo, ofereceu-nos espectáculos deploráveis, ao esquecer-se o primado do Espírito. ( ... ) O primeiro instrumento da expiação dos povos no século XIX foi Napoleão Bonaparte, flagelo guerreiro e conquistador, inimigo da independência das nações. a « Santa Aliança », reunindo os últimos sustentáculos do tradicionalismo, foi vencida. E, com as armas napoleónicas, a ideia da Revolução trespassou, de lado a lado, a Europa em decadência (... ) &quot; Manuel Múrias ( pai )&lt;/p&gt;</description>
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  <category>monarquia</category>
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  <pubDate>Mon, 11 Sep 2017 14:35:00 GMT</pubDate>
  <title>&quot; No meio de uma nação decadente, mas rica de tradições... &quot; </title>
  <author>Cristina Ribeiro</author>
  <link>https://estadosentido.blogs.sapo.pt/no-meio-de-uma-nacao-decadente-mas-3845845</link>
  <description>&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;CBE783E0-5A8E-4F90-B39D-95470308B7D3-6732-000004C0&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B1808c7d5/20634518_zCsPF.jpeg&quot; alt=&quot;CBE783E0-5A8E-4F90-B39D-95470308B7D3-6732-000004C0&quot; width=&quot;354&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&quot; Em João Pinto Ribeiro já se desfiam com transparencia os fundamentos municipalistas da nossa Realeza, que não é a realeza majestática do Rei-Sol, avocando a si a existencia inteira do Estado, mas a de D. João II, inscrevendo-se pela Grey. E&apos; a Monarquia moderada, repousando-se na diferenciação regionalista e técnica ( Concelhos e Corporações ) e efectivando a unificação ao alto, pelo exercicio forte das prerrogativas régias. E&apos; a Monarquia pura, que consiste na limitação da actividade do Estado ao que lhe e&apos; proprio e constitue a sua função específica - defeza externa, equilibrio concentrador, representação dos interesses geraes. &quot; António Sardinha, « Nação Portuguesa »&lt;/p&gt;</description>
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