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  <title>Estado Sentido</title>
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  <pubDate>Mon, 08 May 2017 16:48:00 GMT</pubDate>
  <title>O Porto e a guilhotina do PS</title>
  <author>John Wolf</author>
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  <description>&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;guilhotina.jpeg&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Gff057f55/20418739_CDGfo.jpeg&quot; alt=&quot;guilhotina.jpeg&quot; width=&quot;1024&quot; height=&quot;730&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.dn.pt/portugal/interior/manuel-pizarro-e-correia-fernandes-devolveram-pelouros-na-camara-do-porto---ps-7586230.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Manuel Pizarro e Manuel Correia Fernandes invocam a Ética (e os bons costumes socialistas) para devolver os pelouros à Câmara Municipal do Porto.&lt;/a&gt; Que se lixe a missão a que se tinham proposto, respectivamente a Habitação e a Acção Social. Ou seja, são imperativos de ordem ideológica que se atravessam no caminho das causas públicas que supostamente mexem com a vida de meros cidadãos. Deveria ser proibido abandonar o barco a meio da travessia da ribeira. Os políticos que alvitram pelouros como quem muda de camisa fazem parte do mesmo rol de titulares de cargos que trazem descrédito à disciplina de governação. E mais. Não seria de todo incoerente que os &lt;em&gt;Manéis &lt;/em&gt;permanecessem na mesma liga do adversário. O que é afinal a Geringonça? Esse aparelho é um esquema pleno de contradições partidárias. Ou seja, o que se passa no Porto, à luz de uma extrapolação maior, representa o fim da ideia de geringonça. Qualquer dia os socialistas são obrigados a coabitar com famílias políticas mais distantes, em nome da representatividade democrática, e o que farão? Deixarão cair a lâmina farta de uma guilhotina de miudezas e rancores. Ana Catarina Mendes, sem o desejar, ou talvez não, assina um &lt;em&gt;inside job -  &lt;/em&gt;faz germinar o embrião da dissenssão. Primeiro com os estranhos, mas mais tarde dentro de portas, quando nascer um neo-Seguro capaz de trautear uma nova cantiga mais próxima da desregulação política a que estamos a assistir por esse mundo fora. Penso em Macron, não como a solução, mas enquanto elo de uma corrente desligada de falsas promessas eleitoriais e ainda piores desempenhos efectivos. Custa-me assistir a provincianismos de terceira categoria proferidos por lideres de segunda estirpe.&lt;/p&gt;</description>
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