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  <title>Estado Sentido</title>
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  <description>Estado Sentido - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Mon, 17 Nov 2014 09:05:36 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Mon, 17 Nov 2014 08:35:00 GMT</pubDate>
  <title>As razões de vida de Marques Mendes</title>
  <author>John Wolf</author>
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  <description>&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;a class=&quot;media-link&quot; title=&quot;marques_mendes&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/habongo70/fotos/?uid=qRbHOYCazp9ZYZH28eM5&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;marques_mendes&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/o1213b2eb/17742265_qRiij.jpeg&quot; alt=&quot;marques_mendes&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Se houvesse alguma coerência e sentido de ética, a SIC já deveria ter prescindido de uma série de comentadores. Em vez disso, concede-lhes direito de antena - direito de resposta. Maria João Ruela, ou qualquer outro dos seus colegas dessa estação de televisão (ou de outra que queiram elencar), pode brincar às adivinhas, às perguntas e respostas, e fingir exercer jornalismo, mas não tem culpa no cartório. A repórter é um(a) pau-mandado e faz o que o patrão lhe manda fazer. O ex-ministro Miguel Macedo fez o que outros já fizeram (o barão do PS Jorge Coelho demitiu-se após a queda da ponte de Entre-os-Rios) e salvaguarda o princípio de responsabilidade política por mais remota que seja a sua ligação a forças desviantes, a erros de governação e ilegalidades. E essa regra transcende as interpretações decorrentes das minhas preferências ideológicas. Marques Mendes, embora inócuo e inconsequente, e de utilidade duvidosa, serve para ilustrar as várias nuances do absurdo que assola Portugal nos tempos que correm. O senhor explica &lt;a href=&quot;http://www.jn.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=4242690&amp;amp;page=-1&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&quot; ter entrado nesta empresa com mais três pessoas depois de ter deixado a vida política ativa&quot;, mas sublinhou que nunca exerceu &quot;qualquer cargo&quot; e &quot;por razões da vida&quot; acabou &quot;por não prestar qualquer atividade profissional a esta sociedade&quot;.&lt;/a&gt; &lt;em&gt;Com o caneco;&lt;/em&gt; eu entro em minha casa todos os dias, sirvo-me da casa de banho, uso a cozinha e deito-me na minha cama, mas não digo que tenho casa há dez anos e que nunca me servi dela por razões de vida. Então por que carga de água Marques Mendes fez parte da empresa? Para servir de porteiro? Para decorar a fachada? Mas o homem não fica por aí. Aproveita a cadeira do estúdio para picar o ponto com: &lt;em&gt;&quot;Eu pauto-me por princípios e na vida tem de haver princípios, cada um responde pelos seus atos e em democracia, no Estado de Direito, ninguém está acima da lei, sejam amigos, sejam conhecidos, sejam parentes, sejam familiares, seja quem for, a lei é igual para todos e se alguém comete um ilícito tem de haver mão pesada da parte da Justiça&quot;, defendeu. &lt;/em&gt;Contudo, o mais grave destas cenas picarescas, é que para a semana que vem, bancadas repletas de cidadãos portugueses continuarão a sintonizar o tal canal para escutar com atenção mais balelas, ruelas - também sei encostar o queixo à mão.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;a class=&quot;media-link&quot; title=&quot;10460837_10153285806153056_5907362190672707486_o&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/habongo70/fotos/?uid=FhrRwWw0NvK3bdBfU3NI&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;padding: 10px 10px;&quot; title=&quot;10460837_10153285806153056_5907362190672707486_o&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B0d110418/17742264_FH1Z6.jpeg&quot; alt=&quot;10460837_10153285806153056_5907362190672707486_o&quot; width=&quot;148&quot; height=&quot;148&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 8pt;&quot;&gt;fotografia JW por Kenton Thatcher www.kentonthatcher.com&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 23 Nov 2013 17:21:25 GMT</pubDate>
  <title>A balada de Hill Street da Assembleia da República</title>
  <author>John Wolf</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/habongo70/fotos/?uid=mESNDjH9SGWKwMwnjiPi&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/ofe15df49/15986994_q3zT4.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;1000&quot; height=&quot;1504&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=2rUYZpNh1P4&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;A balada de &lt;em&gt;Hill Street&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; da Assembleia da República não é uma melodia linear. Os polícias que romperam a barreira colocada por outros polícias levanta algumas questões pertinentes. Como distinguir o cidadão-polícia do polícia-cidadão? Qual o protocolo a seguir no contexto de conflitos que opõem membros de uma mesma facção? A haver um banho de sangue &quot;canibal&quot; entre irmãos compatriotas e colegas profissionais, será que se autoriza a mesma tipologia de comportamento noutros quadrantes? Será que o que aconteceu configura os requisítos de embrião de conflito civil? Como se definem os limites do território físico-político inviolável pela vontade popular? &lt;a href=&quot;http://www.tvi24.iol.pt/503/sociedade/policias-manifestcao-lisboa-parlamento-confrontos-tvi24/1512309-4071.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;A que degrau da escadaria entramos nesse domínio restrito, em sentido lato ou em &lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;a href=&quot;http://www.tvi24.iol.pt/503/sociedade/policias-manifestcao-lisboa-parlamento-confrontos-tvi24/1512309-4071.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;stritu sensu?&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;As questões que decorrem dos actos praticados exigem uma interpretação mais profunda, menos emocional e ideologicamente idónea. No calor da noite muitos raciocínios terão sido processados pelo comando policial. À luz de uma óptica de custos e benefícios, sou da opinião que foi necessário escolher o menor dos males. E o cenário equacionado pela liderança foi uma decisão tomada ao abrigo da independência política. Não foi Miguel Macedo a dar seguimento a um despacho operacional ou Passos Coelho que, de um modo executivo, teve de implementar uma boa parte da teoria do jogo que esteve em causa nessa noite. A panela de pressão da manifestação estava muito mais perto de um ponto de explosão do que se possa imaginar. A polícia que estava do lado de lá conhece as mesmas regras de interacção dos que estavam do outro lado. Quando ambos os concorrentes dispõem do mesmo grau e qualidade de informação, a gestão das expectativas mais difícil se torna. Ainda me lembro bem das aulas de estratégia proferidas pelo brigadeiro François Martins e das implicações da ameaça do uso de força e o uso efectivo de força. Dadas as circunstâncias políticas em que se encontra o país e tendo em conta a possibilidade de se observar violência substantiva às portas de, ou no interior da Assembleia da República, penso que o resultado alcançado foi o possível - não o desejado pela ideia fundamental que define um Estado soberano e a defesa do mesmo a qualquer custo. A haver vandalismo sério, com feridos graves à mistura, a situação mudaria radicalmente de figura. Não nos devemos esquecer que na escala de valores pátrios, os militares já sugeriram que estão dispostos a sair à rua. Nesse quadro hipotético, o que aconteceu em frente ao Parlamento, poderá até ser considerado um cenário desejável, um resultado óptimo. Enquanto os polícias se quedaram pelo simbolismo do patamar superior da Assembleia, &lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/politica/noticia/cds-acusa-soares-de-incitar-implicitamente-a-violencia-1613581&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;outras vozes se levantaram no Campo  Grande fazendo uso da palavra violência &lt;/a&gt;e mais do que uma vez. &lt;a href=&quot;http://www.tvi24.iol.pt/503/sociedade/diretor-nacional-da-psp-psp-miguel-macedo-demissao-diretor-tvi24/1512466-4071.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Nesta fase do campeonato é irrelevante saber se Miguel Macedo cumpriu o seu papel ou não.&lt;/a&gt; Para sabermos isso, uma revolução teria de ocorrer e a história de Portugal teria de ser benévola para com muita gente reunida em defesa da Constituição e alegadamente em defesa do efectivo interesse nacional.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 23 Nov 2013 15:00:33 GMT</pubDate>
  <title>O óbvio que não admite concessões</title>
  <author>João Pinto Bastos</author>
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  <description>&lt;p&gt;Perante o que sucedeu nas escadarias da Assembleia da República, Miguel Macedo só tem uma saída: demitir-se.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 31 Dec 2011 13:19:12 GMT</pubDate>
  <title>É &quot;azar&quot; a mais!</title>
  <author>Pedro Quartin Graça</author>
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  <description>&lt;h4 style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/pedroquartin/fotos/?uid=UeaGeNlR1RLB1r464qf7&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-color: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-style: none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B6807e038/9832025_UkDzD.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;400&quot; height=&quot;225&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a style=&quot;text-align: center;&quot; href=&quot;http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/nacional/portugal/ladroes-assaltam-viatura-do-ministro-da-administracao-interna&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Ladrões assaltam viatura do ministro da Administração Interna&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, viu a sua viatura de serviço ser assaltada na madrugada deste sábado. O automóvel, que tinha ficado estacionado perto de um hotel de Braga, ficou com os vidros partidos e tudo o que estava no seu interior terá sido levado.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para &quot;mensagem&quot; de final do ano em matéria de segurança interna não podia ser pior. Pior mesmo só &lt;a href=&quot;http://aeiou.expresso.pt/somos-a-chacota-dos-finlandeses=f643632&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;este&lt;/a&gt; triste episódio ocorrido na Madeira a meio deste ano...&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sun, 23 Oct 2011 22:00:31 GMT</pubDate>
  <title>A democracia a funcionar antes de invocarmos que o que &quot;faz falta é um Salazar&quot;</title>
  <author>Samuel de Paiva Pires</author>
  <link>https://estadosentido.blogs.sapo.pt/1745731.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quando numa só semana a pressão gerada em grande parte na blogosfera e redes sociais se traduz em decisões políticas (&lt;a href=&quot;http://economico.sapo.pt/noticias/governo-vai-cortar-nas-subvencoes-dos-expoliticos_129339.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;esta&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://economico.sapo.pt/noticias/miguel-macedo-renuncia-ao-subsidio-de-alojamento_129708.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;esta&lt;/a&gt;), só se pode concluir que estes instrumentos são cada vez mais úteis para aproximar os políticos dos eleitores, servindo para os decisores auscultarem o que a sociedade civil pensa e sente, especialmente em matérias onde uma certa moralidade é muito necessária e salutar para a coesão &lt;span class=&quot;text_exposed_show&quot;&gt;social. A democracia é, também, isto, e não apenas meia dúzia de alegados indignados a reviver assembleias do tempo do PREC, embora também seja isso. Há espaço para todos, conquanto permaneçamos uma democracia representativa e nos esforcemos por a aperfeiçoar antes de voltarmos a invocar que o que &quot;faz falta é um Salazar&quot;, como ainda na sexta-feira ouvi de várias pessoas no comboio onde viajava, em reacção a um senhor que se declarava comunista e se indignava com membros do partido socialista que ali também viajavam. De facto, há deliciosos paradoxos muito portugueses.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 28 Jan 2011 13:40:10 GMT</pubDate>
  <title>Pretensa &quot;ingenharia&quot; filosófica</title>
  <author>Samuel de Paiva Pires</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A respeito do lamentável sucedido com milhares de cidadãos portadores do cartão de cidadão, que encontraram dificuldades em votar nas eleições presidenciais, Sócrates, que do filósofo grego só tem mesmo o nome, veio dizer que &lt;a href=&quot;http://publico.pt/Pol%C3%ADtica/socrates-incidentes-com-cartao-do-cidadao-nao-deviam-ter-acontecido_1477536&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;em&gt;&quot;Não devia ter acontecido&quot;, (...), &quot;mas &lt;strong&gt;só erra quem age&quot;.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Ora&lt;em&gt;, &lt;/em&gt;meu caro José Sócrates, é elementar que não só a &lt;em&gt;acção&lt;/em&gt; pode incorrer em erro&lt;em&gt;, &lt;/em&gt;como também&lt;em&gt; a omissão ou inacção. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E se o mesmo diz que os cidadãos &lt;a href=&quot;http://publico.pt/Pol%C3%ADtica/socrates-incidentes-com-cartao-do-cidadao-nao-deviam-ter-acontecido_1477536&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;em&gt;deveriam ter sido “notificados” sobre as respectivas alterações do local  de voto e deveria ter sido “montado um sistema para informar os  cidadãos no próprio dia das eleições”&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, então deverá ter em consideração aquilo que já há dias veio a público: &lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/risco-com-cartao-de-cidadao-era-conhecido-mas-servicos-ignoraram_1477307&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;em&gt;Seguindo o exemplo do que a DGAI e a Secretaria de Estado da  Modernização Administrativa fizeram em 2009, que enviaram avisos  individuais aos novos portadores do cartão, Jorge Miguéis propôs no  Verão ao director-geral da Administração Interna que se voltasse a fazer  o mesmo. Paulo Machado encaminhou a proposta para a secretária de  Estado da Administração Interna, Dalila Araújo, que a despachou  favoravelmente, como contou anteontem no Parlamento. Mas nada mais se  terá feito.&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É por isto que, mais do que uma questão técnica, esta é uma questão política. Se os Directores-Gerais e a Secretária de Estado despacharam favoravelmente a proposta, e nada foi feito, só há uma pessoa hierarquicamente superior a estes, no mesmo ministério, que é, em primeira e última análise, o responsável máximo pelo ministério: Rui Pereira. &lt;strong&gt;A sua demissão é mais que óbvia&lt;/strong&gt;. Infelizmente, &lt;a href=&quot;http://economico.sapo.pt/noticias/psd-diz-que-em-qualquer-outro-pais-rui-pereira-ja-teria-sido-demitido_109533.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;como muito oportunamente afirmou Miguel Macedo&lt;/a&gt;&lt;em&gt;,&lt;strong&gt;&quot;na Europa isto levaria à demissão do ministro responsável, num país em  vias de desenvolvimento teria sido demitido, em Portugal pedimos  desculpa e abrimos um inquérito&quot;.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 22 Dec 2010 10:32:33 GMT</pubDate>
  <title>Frases que causam impacto (1)</title>
  <author>Pedro Quartin Graça</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/YZ9nbKi6KQL4DqLfjTo3&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px none initial;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/b5305b606/7756282_5K90D.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;322&quot; height=&quot;210&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&quot;&lt;em&gt;Ao dizer que Cavaco não fez um mandato perfeito julgo que não acrescentei nada ao que pensa o senso comum&lt;/em&gt;&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Miguel Macedo&lt;/strong&gt;, líder parlamentar do PSD, &lt;strong&gt;Expresso, 18/12/2010&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
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