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  <title>Estado Sentido</title>
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  <description>Estado Sentido - SAPO Blogs</description>
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  <pubDate>Sun, 04 Dec 2011 15:42:41 GMT</pubDate>
  <title>Como é possível manter um Governo em que o Primeiro - Ministro mente?</title>
  <author>Pedro Quartin Graça</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;object width=&quot;480&quot; height=&quot;360&quot; classid=&quot;clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000&quot; codebase=&quot;http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowScriptAccess&quot; value=&quot;always&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;src&quot; value=&quot;https://www.youtube.com/v/xcNOHwfPIv4&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;version=3&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowfullscreen&quot; value=&quot;true&quot; /&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot; /&gt;&lt;embed width=&quot;480&quot; height=&quot;360&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; src=&quot;https://www.youtube.com/v/xcNOHwfPIv4&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;version=3&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>governo</category>
  <category>passos coelho</category>
  <category>orçamento do estado 2012</category>
  <category>pcp</category>
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  <pubDate>Mon, 24 Oct 2011 00:50:04 GMT</pubDate>
  <title>Já não é segredo para ninguém.. Infelizmente!</title>
  <author>Ana Firmo Ferreira</author>
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  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://www.flickr.com/photos/68970620@N05/6274351605&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-color: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px; border-style: none;&quot; src=&quot;https://farm4.static.flickr.com/6236/6274351605_8c87e9240d.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;361&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>orçamento do estado 2012</category>
  <category>dívidas</category>
  <category>sócrates</category>
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  <pubDate>Wed, 19 Oct 2011 14:30:19 GMT</pubDate>
  <title>Quo vadis Estado de Direito?</title>
  <author>Samuel de Paiva Pires</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Porque há um Portugal para lá da austeridade e porque não podemos continuar a permitir o regabofe que foram as últimas décadas do Estado português, cuja degenerescência cleptocrática, mercê de socialistas e sociais-democratas empedernidos (com Cavaco Silva à cabeça) que sob o manto do Estado Social disfarçaram suicidárias opções políticas que custam milhares de milhões ao contribuinte, gerou o estado de necessidade que infelizmente vivemos e que de uma maneira ou de outra somos forçados a sanear, importa começar desde já a ter noção que a política em Portugal não pode continuar a roçar o grau zero da indigência moral e intelectual, sob pena de fragmentarmos ainda mais a sociedade portuguesa e a nossa soberania e independência que em primeiro grau derivam directamente da nossa viabilidade financeira, pelo que subscrevo inteiramente o que o Rui A. escreve em &lt;a href=&quot;http://blasfemias.net/2011/10/19/modos-de-vida/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Modos de vida&lt;/a&gt;, salientando ainda que esta prosa deveria estar clarinha como água nas mentes de todos, a começar pelos governantes:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;«Num Estado de Direito, não é legítimo cortarem-se salários, subsídios de trabalho ou reduzir-se o valor de qualquer uma dessas prestações remuneratórias, a não ser que isso decorra do que for livremente contratado e convencionado pelas partes. Num verdadeiro Estado de Direito, daqueles em que o comportamento do governo é previsível e fundade na lei constitucional, estes cortes são ainda mais ilegítimos, se forem impostos unilateralmente pelo estado com a finalidade de tapar os buracos financeiros da sua gestão desregrada e irresponsável. Isto é e será sempre um ataque à propriedade privada e à liberdade, um roubo, em suma, por mais “legal” que seja, isto é, ainda que suportado pela lei do orçamento ou por outra lei qualquer. No caso português, também não vale a pena argumentar que os portugueses viveram &lt;a href=&quot;http://forteapache.blogs.sapo.pt/96557.html#comentarios&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;“uma vida desregrada e desafogada”&lt;/a&gt; durante décadas e estão agora a pagar a factura. Isso não é verdade. Quem viveu muito acima das suas possibilidades foi o estado, a generalidade da classe política, a alta burocracia, os gestores públicos, os amigos dos governantes que se encostaram ao orçamento do estado, etc. O português comum tem vivido muito abaixo do nível médio do europeu ou do norte-americano, e foi tolerando estes abusos por ignorância e desconhecimento, sempre convencido que quem lhe prometia mais e melhor era capaz de lho dar. O que, então, tem agora que terminar não é o modo de vida dos portugueses comuns, de resto, muito fraco nos últimos anos, mas o modo de vida do estado e de quem o dirige.»&lt;/p&gt;</description>
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  <category>propriedade</category>
  <category>estado de direito</category>
  <category>liberdade</category>
  <category>portugal</category>
  <category>orçamento do estado 2012</category>
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  <pubDate>Wed, 19 Oct 2011 08:11:42 GMT</pubDate>
  <title>Cortina de fumo</title>
  <author>Nuno Castelo-Branco</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/nunocastelobran/fotos/?uid=7jWSiVd65pqfKLWtBHZz&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/B7a07a765/9306368_SfIit.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;263&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Veio o ministro das Finanças dizer agora, aquilo que devia ter sido incluído logo no primeiro &quot;dia do pacote&quot;. Procedeu ao acerto do passo, como se faz na parada. O alarido estava a ser demasiadamente audível, a Direita &quot;em casa e diante da TV&quot; odiava a omissão e vai daí, o governo decidiu-se a fazer qualquer coisa. Sabemos que os números não são esmagadores, mas os tais &quot;eles&quot; devem comer da mesma dose.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No entanto, ainda está tudo em aberto, principalmente o que interessa e que &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://estadosentido.blogs.sapo.pt/1732597.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; apontámos. O resto não deixa de ser uma cortina de fumo, enquanto escondidos na bruma, os cruzadores pesados manobram à vontade.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Estamos todos à espera de mais, muito mais e sem tardança.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>orçamento do estado 2012</category>
  <category>vítor gaspar</category>
  <category>governo</category>
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  <pubDate>Fri, 14 Oct 2011 12:07:34 GMT</pubDate>
  <title>Da austeridade e da cada vez mais premente necessidade de reforma estrutural do estado português</title>
  <author>Samuel de Paiva Pires</author>
  <link>https://estadosentido.blogs.sapo.pt/1725175.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://blasfemias.net/2011/10/14/vacas-sagradas/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Vacas Sagradas&lt;/a&gt;, João Miranda:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;«Depois das medidas duras que Passos Coelho anunciou ontem é inadmissível que se mantenham no futuro determinadas vacas sagradas como os subsídios à produção nacional, IVAs reduzidos para produtos especiais, salário mínimo, RTPs, ordens profissionais, energias alternativas  ou o condicionamento da vida económica à manutenção de  centros de decisão nacionais. Por exemplo, não faz sentido tomar medidas que mexem no bolso de milhares de pessoas ao mesmo tempo que se mantêm obstáculos artificiais à contração livre e que se concede privilégios a meia dúzia de grupos de pressão. Também não faz sentido cortar salários para logo a seguir esbanjar dinheiro em subsídios e anunciá-lo sem qualquer vergonha como se os subsídios fossem a salvação da economia. Não faz ainda sentido que se mantenham regulamentos utópicos, típicos de países ricos com outras prioridades, num país que todos descobrimos ser 20% mais pobre do que se pensava. Ou seja, existe um vasto conjunto de medidas que não custam dinheiro, não tiram dinheiro a quem trabalha, não afectam o bem esta da população, mas que têm um efeito positivo muito significativo na economia. É tomá-las.»&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://blasfemias.net/2011/10/14/o-destino-do-paquiderme/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;O destino no paquiderme&lt;/a&gt;, Rui A.:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;«Presumindo que as medidas hoje conhecidas do Orçamento de Estado para 2012 são todas excelentes (tenho algumas dúvidas) e imprescindíveis para que o estado possa honrar os seus compromissos no próximo ano (do que não duvido), como ficará o estado português quando supostamente equilibrar as suas contas à custa do dinheiro dos outros? Continuará a “&lt;em&gt;assegurar o ensino básico universal, obrigatório e gratuito”&lt;/em&gt;? A &lt;em&gt;“garantir a todos os cidadãos o acesso aos graus mais elevados do ensino, da investigação científica e da criação artística”&lt;/em&gt;? Manterá a &lt;em&gt;“rede de estabelecimentos públicos de ensino que cubra as necessidades de toda a população”&lt;/em&gt;? Insistirá em suportar &lt;em&gt;“um serviço nacional de saúde universal e geral e tendencialmente gratuito”&lt;/em&gt;? Continuará a obrigar os trabalhadores a sustentarem uma segurança social falida, que não pode garantir-lhes, nas reformas, um módico do que lhes foi extorquido ao longo das suas vidas? A ser mediador da liberdade contratual, impedindo o acesso de milhares de pessoas ao mercado de trabalho? Ficará ainda refém de grupos de pressão e de &lt;em&gt;lobbys&lt;/em&gt; profissionais, de Ordens corporativas, como a dos Advogados, cuja primeira finalidade é controlar o mercado de trabalho, impedindo, todos os anos, que a ele acedam centenas de jovens licenciados? Continuaremos a ter o estado do &lt;em&gt;regulamentozinho&lt;/em&gt;, limitador da livre iniciativa, que exige requerimentos e autorizações administrativas para tudo, que impõe horários a sectores económicos que não lhe pertencem e obriga ao cumprimento de mil-e-uma exigências formais, fiscalizadas por pequenos pides burocráticos? Por outras palavras, para aceitarmos que estes sacrifícos têm algum sentido e alguma utilidade, é preciso saber-se como ficará o estado português, uma vez pago o que deve com o dinheiro de quem quase já não tem para pagar aquilo que é seu. Enquanto isto não for claro, é cedo para se louvar este ou qualquer outro orçamento do paquiderme.»&lt;/p&gt;</description>
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  <category>estado</category>
  <category>sugestões de leitura</category>
  <category>primeiro-ministro</category>
  <category>austeridade</category>
  <category>portugal</category>
  <category>passos coelho</category>
  <category>orçamento do estado 2012</category>
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  <pubDate>Thu, 13 Oct 2011 21:13:08 GMT</pubDate>
  <title>É melhor colocarem o cinto de segurança</title>
  <author>Samuel de Paiva Pires</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Vejo muita gente agitada, indignada, revoltada, seja lá o que for, com as medidas apresentadas pelo PM. Prefiro esperar para ver o OE2012 (especialmente no que diz respeito a privatizações, extinções e fusões de organismos do estado) mas quer-me parecer que o mote &quot;ou isto ou o colapso&quot; foi manifestamente exagerado, mal utilizado e desperdiçado por Passos Coelho. Até 2013/14 vai ter que utilizar a mesma expressão várias vezes. Ainda a procissão vai no adro.&lt;/p&gt;</description>
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