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Em mês de esbulho fiscal

por Fernando Melro dos Santos, em 07.11.14

 

 

Pergunto-me se terão posto, desde data incerta, alguma coisa nas porcarias que fomos obrigados a aceitar ao longo dos anos em que, menores e soltos à nossa sorte, vivemos com o plano nacional de vacinação no nosso quotidiano.

Inoculados com qualquer inibidor de raiva, revolta, fúria, lucidez, e individualidade. A passividade perante a sodomia de Estado em último grau é um fenómeno sem explicação, desafiador dos mais aturados exercícios de lógica, ciência e porque não até de fé.

Resta uma esperança ínfima, mas que a vingar, me fará tombar fulminado de riso: é que a colecta, muito em breve, nem vai chegar para pagar as contas da luz do poderzinho e das poderzinhas, e do registo "gin tónico num iate ao largo de Santos" vamos passar para algo mais evocativo da famosa sardinha para três, ou uma mini para dois. Ascenda ou não o Messias Esbanjador do Intendente, despertem ou não os mortos-vivos do eleitorado, caiam ou deixem de cair as migalhas da mesa dourada para alimentar os bácoros sem vértebras que rastejam pelo esgoto da Nacinha.

Nunca fui nem serei uma pessoa "de esquerda"; é para mim um assumpto inconseguimento pensar e sentir como as pessoas "de esquerda".

Contudo, se há coisa que ardentemente desejaria testemunhar até ao Natal, seria uma ascensão ainda mais vincada de todos os partidos extremistas pela Europa fora, em sua maioria, infelizmente, de esquerda em Espanha, na Catalunha e na Grécia, embora também os haja às direitas em França, no Reino Unido e na Escócia.

Não vejo outra forma de cortar a horrível placenta que nutre a abominação em que se tornou Portugal.

Oremos, que este paul infecto já transborda.

publicado às 10:52


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