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Nasci 5 anos depois do tratado de Roma, assinado entre 6 países que se levantavam, 12 anos após a guerra e faziam parte do coração da Europa, eram eles: Bélgica. Luxemburgo, Holanda,França, Itália e Alemanha ( BRD ).
Entramos quase 30 anos mais tarde (Janeiro 1986) eram já 10 membros e a CEE passou a ter 12 membros.
Em 1 de Janeiro de 1999 foi a vez da moeda única éramos então membros fundadores da moeda única que começou a circular em 1 de Janeiro de 2002.
13 anos mais tarde e mais 15 membros os arautos da desgraça falam do fim do Euro e do fim do projecto.
Os mais críticos esquecem que os seis fundadores arrancaram quase da estaca zero , sem energia, sem comunicações sem comida. Mas com muito trabalho. Sem trabalho não há progresso.
Não milito em partido nenhum , nem me considero velho mas considero que Portugal pode ter um papel relevante , nesta fase difícil do processo europeu, como um exemplo de sacificio de um povo. Não sei se o percurso foi extraordinário , mas Portugal numa pré-bancarrota trabalhou , sofreu dificuldades e aparentemente está a conseguir superar as dificuldades.
Como uma família a Europa deve ser vista como um conjunto de tribos que partilham laços familiares profundos e que são um pilar na defesa dos ideais democráticos no mundo.
Ao contrario do nervosismo que se vive e que revela uma grande inépcia para resolver o assunto a uma só voz, deveríamos aproveitar para lançar o projecto de federalização Europeia, desta vez com um referendo em todos os países membros.
Está na altura de ter uma defesa comum que apoie a moeda comum.
Em vez de haver pró-gregos na moeda única e pró-gregos fora dela o importante é federar a Europa insistindo que não pode haver viabilidade económica sem sacrifícios e sem trabalho.