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O velho Partido Progressista, perdão, o Partido Socialista, entrou em pré-guerra interna antes da pré-campanha eleitoral. Em Portugal, a memória da história é coisa tão presente, como nevões no deserto do Kalahari.
Já fala quem julgue provável um não-sucesso nas próximas eleições europeias e perdidos por cem, perdidos por mil, parece ter chegado o momento de iniciar a demolição dos caboucos da liderança de A. J. Seguro. Demolições são coisa do pelouro de Costa e Lisboa é disso a prova cabal. Ao comentadeireiro de quinta à noite, juntam-se agora um César e um Jesus.
Voltámos à Antiguidade.