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Venerem e prestem tributo a um campeão de direitos humanos, o lider revolucionário que foi aclamado e eleito por sufrágio universal num país multi-partidário, onde a liberdade de expressão é a imagem de marca, onde a pobreza foi erradicada pela fórmula mágica de socialismo radical, onde as viaturas que circulam nas autoestradas são de última geração e amigas do ambiente, onde não se conhece o paradeiro de 17.000 cidadãos que foram de férias num cruzeiro e que ainda não regressaram, onde as classes sociais foram preteridas e o poder político e a riqueza são tão fraternais que passam de irmão para irmão de um modo tão generoso.
Quando, em Julho de 1953, Castro liderou o fracassado assalto ao Quartel de Moncada, o PCB o emitiu um comunicado do seu comité central, colocando-se ao lado de Batista e assumindo ser sua responsabilidade "desenmascarar las actividades golpistas y aventureras de la oposición burguesa contra los intereses del pueblo".
(1) No governo de Batista ocupavam pastas ministeriais os líder dos PCB Carlos Rafael Rodríguez e Juan Marinello.
(2) Fulgencio Batista. Piedras y leyes. México D.F: Ed, Botas, 1961"