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Uma pessoa tenta, tenta, tenta, tenta, e o país - no fundo o povo indigena, o grunho colectivizado e inimputável - vem sempre gorar quaisquer progressos na senda do Samadhi.
Há ao fundo da minha rua um resquício do PREC, cujo pretexto para ali pernoitar é vir tomar conta da mãe, idosa, a quem trata segundo os meus ouvidos por "foda-se" e "cala-te velha". Tal ímpio sem estirpe possui, ou acoita, no seu quintal dois cães, arraçados de pastor alemão, aos quais nas horas livres de etilização permite que deambulem virando contentores de lixo, perseguindo bicicletas e motociclos, e, azar dos azares, como hoje sucedeu pelas 11h00 invadindo terrenos vizinhos, caso do meu.
Acto contínuo, procedeu-se deste lado a informar o canil municipal de Palmela, o posto territorial da GNR, a sociedade protectora dos animais, e até o SEPNA, tudo isto após várias semanas, senão meses, de tentativas falhadas em estabelecer comunicação com o bárbaro, tendo recorrido a meios diversos e de largo espectro, desde a linguagem constante da gramática em vigor no ensino básico até à entrega de missivas pictóricas, a cores.
Se voltar a apanhar os cães cá dentro, só sairão para o canil, ou para a mesa do meu amigo Fang Shih-Yu.