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Lei do turista acidental

por John Wolf, em 28.07.25

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Serve de fraco exemplo a cidade de Albufeira — avança a autarquia com um rolo de recomendações de bom comportamento para turistas-hooligans, na sua maioria britânicos. Dá vontade de rir. Já que estamos numa de tira-teimas no que diz respeito à Lei dos Estrangeiros, sejamos sérios e contundentes em relação ao fenómeno da violência e perturbação da ordem pública perpetrada por turistas forasteiros. O Turismo de Portugal é uma das entidades responsáveis pelo declínio acentuado do nível da oferta turística — o barato sai caro. A ideia grandiosa da multiplicação exponencial dos pés de turistas no chinelo, gizada às três pancadas, colocou Portugal à boleia da ilusão de ganhos rápidos. A corja de f...g drunken delinquents vem para estragar o bom que Portugal ainda (enfâse no ainda!) tem para oferecer. Sem demoras, vamos directo ao assunto política e moneytariamente inconveniente. Transgrediu? Agrediu? Insultou? Desrespeitou? Simples. Crie-se um cadastro para o turista acidental que, conforme a gravidade, perde o acesso ao território nacional de acordo com uma tabela de sanções. Esses cockneys e afins querem confusão? Façam-se à estrada de Brighton ou Liverpool entoando cânticos em pronúncias indecifráveis. Basta. Não mais. Para não usar a bandeira de uma força política que por aí anda. Chaga.

créditos fotográficos: Metro News

publicado às 09:40


4 comentários

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De Vagueando a 28.07.2025 às 10:45

Muito bom, até parece que esta Chaga não cria problemas à população local, aos potugueses. Bem vistas as coisas se calhar não, os residentes desapareceram e os portugueses de férias fugiram.
Ficam os desgraçados da GNR a tentar controlar a turba mal comportada.
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De Luís Aleluia a 28.07.2025 às 11:51


"O título do post deveria ser "Lei do turista incidental" (que causa incidentes) 
A estes, o Chaga não apelida de invasores criminosos.
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De Anónimo a 28.07.2025 às 17:44

Nada de novo num fenómeno que se repete há décadas. A diferença é que cada vez ha mais gente a frequentar (e filmar) as cenas de pancadaria e tudo mais e de seguida colocar nas redes sociais, parecendo ser um fenómeno novo. Mas quem conhece o que era a realidade do Algarve desde o inicio dos anos 90 e por diante (quando não existiam telemoveis nem redes sociais) não vai encontrar diferenças. É o reflexo da mediocridade que somos enquanto país que quis competir com o sul de espanha na caça de turistas de verão, optando pela quantidade em vez da qualidade. O resultado é este, o famoso turista de pé descalço que só estraga. 
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De Anónimo a 29.07.2025 às 01:12

Quem promove o negócio são portugueses. De gema. E, provavelmente, do Chega.

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