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Passa-nos um jornal pela frente e algum grémio de loucos fala em "festas sustentáveis" no mesmo ponto do espaço-tempo onde eleitores, os mesmos de sempre, elegeram labregos, também imutáveis ou imperceptivelmente diferentes das suas XX iterações passadas, que estoiram os impostos dos meus trinetos em ciclovias, penhores bancários assumidos por conta, a lavar a imagem de pedófilos gastricamente intolerantes ao segredo de justiça, e na colorização do sorriso sinistro que adorna as fauces do Costa.
O grunho 44, por seu turno, diz que foi preso unilateralmente; suponho que virá o deputado do PAN bramir por alterações à Constituicinha que previnam o perigo de um contribuinte, ora conviva nas casas de família da classe média rapidamente caminhantes para a condição de tugúrios espoliados em nome do interesse nacional, comer unilateralmente uma posta de bacalhau.
Não sei que diga. Gosto muito de estar novamente apaixonado, mas este país não é para pessoas de Bem. A única coisa que se sustenta, à conta de um número cada vez mais atómico de teimosos ou errantes sem esperança, é o bodo do Estado.
E isso preocupa-me.