Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]
Primeiro, eram as t-shirts com a efígie de Che Guevara, o pulha primordial, produzidas em série graças ao capitalismo, e os nacos de unto provinciano que as envergavam aqui e ali, achando que bastava ir a Paris para ser Europeu.
Entretanto apareceu o Cristo de Honolulu, que em mandato e meio arruinou a nação mais justa e racional do planeta, mas isso também não bastou para desinfectar a chaga.
Depois veio o Mahatma, faquir da Almirante Reis, o brâmane para acabar com todos os brâmanes. Diz-se que ainda mexe, mas que está morto e não sabe.
Agora a série completa-se, círculo perfeito, com os taradinhos da aldeia a invocarem outro ícone do qual apenas as faces brilhantes importam, para ajudar ao tempero desta empada venenosa que nos serviram pela Acção de Graças.