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socrates_Orlando_Almeida_Global_Noticias

 

Se fosse no Reino Unido ou nos EUA nenhuma pedra ficaria por revirar. E haveria condenações. Aqui têm uma pequena lista de condenações de políticos na terra do Uncle Sam. O aparato de jornalistas seria 10 vezes mais sensacionalista e muito, mas muito mais implacável. Queriam uma Democracia? Então, aqui a têm. Tudo o resto é pose de pseudo-intelectuais com mania de que vivem num país civilizado, superior no trato - ofendidos pelos jornalistas e os directos a partir de aeroportos e garagens. Falamos de corrupção. Falamos de danos causados à nação. Falamos de malandros que concebem esquemas para fintar a justiça e continuar a bailar. Mas também não podemos esquecer aqueles que invocam a presunção de inocência - os espectadores-cidadãos. E eu pergunto: porque o fazem? Invocam essa premissa porque pode dar jeito. Porque pode ser que consigam fintar os outros. Pode ser que ainda consigam ser mais chico do que os outros que são espertos. Estou a ser duro? Não me parece. Perguntem a Sócrates que teve a sorte de aterrar na Portela.

publicado às 14:32


4 comentários

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De nao gosto de ladroes burros a 23.11.2014 às 17:14

Ó Johnny meue num estáse a ser duroe, pois tás cum a razaõe, pá, oube, istu lá nos esteites taba já resolbidu, habia uma preliminári iringue, o gaje ficaba indaitide e dpois o jure cundenabao SOTRASH a duas laifes sentences, tás a bere, daquelas que tu na próçima bida já nasches prezo. Ora beie, toma lá nota pá, tens de dizere que a presunçaoe du xicuispertismoe é memo avsoluta meue, porque aquie é açim. Tu já bistes aquela gaja do eicho do male, olha cuando a bire no cortinglês podes crere que  amandou mandar para a terra dos cês, sem cedilha, meue, ela num dize vota cum perdigota, pá, aposto que nunca casoue ou samansseboue, tu oubiste-a onte pá nu écran, hum, oubiste? Oube, há danus a náçãoe mas falta-te dizere um, é cu SOTRASH deichou-se apanhare, ofendeue  a tardiçãoe, todus róvam e ninguém os apanha, bioloue o custume, meue, estragoue a istória, pá, já dóie ser rouvado por uma ladrãoe, cuantoe mais por um ladraõe ca ça deicha apanhare, fogu, issu signafica cu gajo foi vurru, pá, e nóze deichamunnos róvare por um vurro, pa. num me cuntenho, pá. aibda purcima paá, mulhere dos avogadus anda a mandare vocas sobre a dtençãoe, pá, cumo su o rusário têxera numa subesse de prussessu panale, meue, a gaja já mateue água com a treta du sitius pá, fogo, meu, a minha caveça tá buée dofendida, cogno.
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De João José Horta Nobre a 23.11.2014 às 17:45

Tudo verdade!

Vivi nos Estados Unidos durante oito anos, na Virginia e se isto fosse lá a esta hora já havia mais gente presa e o circo mediático seria muito maior...
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De Lionheart a 24.11.2014 às 11:32

Invocam a presunção da inocência para os amigos, para os outros, NADA! Agora andam com salamaleques por causa da maneira como este foi preso, por estar detido, por estar sob interrogatório muitas horas, etc, etc. Mas queriam beijinhos e abraços? 


O sujeito está acusado de crimes gravíssimos cometidos enquanto Chefe de Governo!! Não foram vigarices na vida privada, o que já seria grave, foram actos de corrupção que prejudicaram o Estado português, que nos levaram à bancarrota! E ele já andava aí e mais o partido para voltar à ribalta, como se nada fosse. Que espécie de país seria este que permitia que este corrupto vivesse à grande e à francesa, enquanto o povo pagava a crise? É da mais elementar JUSTIÇA o que está a acontecer!
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De David Israel a 24.11.2014 às 14:38

De facto, temos a mania de falar na "presunção de inocência". Trata-se de um saudável princípio, claro, mas a sua aplicação é para os juizes e não para quem comenta estes factos na praça pública. Nesta, temos o direito de presumir o que quisermos. 

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