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Sócrates e os estudantes de Berquelei

por John Wolf, em 20.03.18

DSC06704.JPG

 

José Sócrates regressa a Coimbra por obra e graça de uma geração de estudantes eticamente falida. Não existe outro modo de descrever aqueles que avalizam a presença de um arguido que tanto dano causou a Portugal. Intelectualmente, o ex-primeiro ministro nada tem a oferecer. Subiu àquele posto de comando nacional pelas portas e travessas ardilosas da pequena política do maior partido de Portugal. Não existe tese que o valha. Não existe Paris que o sirva. Não existe tortura que possa servir de alibi. Os estudantes, organizadores do certame, espelham bem a ausência de valores e princípios. Resta saber se trouxeram a trouxa imoral de casa ou são já um produto da academia. Confundem liberdade de expressão, com promiscuidade e pressão. Se os académicos de Coimbra são a amostra de Portugal do presente e do futuro, estamos completamente arrumados.

 

(nesta imagem, estes encapotados estendem a carpete a outro sagrado político de nome Lula)

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publicado às 10:33


14 comentários

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De Anónimo a 20.03.2018 às 15:09

a minha ALMA MATER STUDIORUM anda pelas ruas da amargura numa cidade cada vez mais degradada e provinciana. acabei o curso em 55. cai na patetice de aceitar o lugar de assistente em 68-9, mas fugi a 7 pés da cátedra oferecida. regressei aos desafios constantes da indústria e não me arrependi.
o gulag dos churrascos 'ó manos' não tem futuro.
felizmente não tenho netos


a Espanha tem 21 universidades nas 50 melhores europeias


'por cá pumba, catrapumba' 


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De Anónimo a 20.03.2018 às 23:15

Falando em Lula, vejo o povo brasileiro agora depois deste assassinato a manifestar-se a exigir a lutar...
Em Portugal vejo um povo mole, fraco que encolhe os ombros que se contenta com o aumentozinho de 10€ na reforma. Mas para cumulo do absurdo, alunos de Coimbra ansiosos pela sabedoria do Eng. Socrates, sinto vergonha...
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De Anónimo a 21.03.2018 às 12:32

apenas uma palavra  ( NOJO )
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De Anónimo a 24.03.2018 às 10:33

Epa o gajo não é engenheiro!
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De Anónimo a 21.03.2018 às 22:57

Tenho uma Filha a estudar em Coimbra no mesmo Polo II - Engenharias, o mesmo que o sujeito homenageado estudou, Orgulha-me muito a minha filha dizer "não tenho tempo para ouvir esse senhor".
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De Zé Neto a 21.03.2018 às 23:31

O homenageado nunca aí estudou!Nunca teve média para isso!
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De Anónimo a 22.03.2018 às 08:48

Caro Uma conversa de treta. Um juízo feito e atado esse é o conceito de justiça que tem. Diga lá não se acanhe que o que gosta mais é do professor catedrático Passos Coelho....esse sim era bom.
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De John Wolf a 22.03.2018 às 09:34

Caro Anónimo, começo por o felicitar por não dar a cara nem assinar com o seu nome e se esconder atrás de um comentário infeliz. Passos Coelho não é arguido do maior processo que alguma vez assolou Portugal. Trata-se de ÉTICA - MAIS NADA.
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De John Wolf a 25.03.2018 às 08:33

John Wolf e não anónimo.
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De Anónimo a 23.03.2018 às 21:58

Argumento sem sentido, não há ligação possível, pode bem odiar os dois se quiser. Mas que mete nojo ver uma universidade convidar para orador um homem destes... Pelo amor de Deus.
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De John Wolf a 23.03.2018 às 22:28

Precisamente. Não existem argumentos éticos para sustentar o convite de um arguido a esta ou qualquer universidade. Muito obrigado por entender integralmente o que está em causa.
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De Oscar Maximo a 25.03.2018 às 05:56

Depois da unoversidade do Porto doutorar Honoris Causa Teixeira Lopes, por ter posto o país de joelhos e braço estendido, tudo é possível.
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De Anónimo a 22.03.2018 às 11:00


Perante tal cenário de tremenda imoralidade... Partilho uma noticia que em 1969 fez dos estudantes da Universidade de Coimbra, os protagonistas de um conjunto de ações de  grande coragem, a favor da Liberdade de um País oprimido, por uma ditadura que nos conduzia para uma pobreza generalizada a todos os níveis!!! Será que estes estudantes sabem o verdadeiro significado da liberdade? Não há Liberdade sem Dignidade!

Crise Académica de 1969

Image
" Em Coimbra ninguém esquece 1969, o ano da Crise Académica. Na época, os estudantes de Coimbra e o seu presidente, Alberto Martins, afrontaram o regime imposto por Salazar muitos anos antes, exigindo mais direitos e melhores condições de ensino. Alberto Martins ousou pedir a palavra durante a visita de Marcello Caetano, o sucessor de Salazar, à Universidade de Coimbra em 1969. O pedido foi-lhe negado, levando à sua detenção horas depois e ao início da crise que transformou Coimbra e marcou a história da cidade. Até a própria equipa de futebol da Académica se juntou ao protesto dias depois, quando os estudantes se deslocaram a Lisboa para defrontar o Sporting em Alvalade num jogo a contar para a meia-final da Taça de Portugal. Na altura, a equipa entrou em campo com braçadeiras negras a representar a morte da liberdade e tudo mudou. Os protestos mantiveram-se e a relação entre estudantes e políticos continuou a deteriorar-se até 1974, o ano da revolução.

Conceição Alegre
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De Oscar Maximo a 25.03.2018 às 06:02

Essa politica que nos conduzia a uma pobreza generalizada, estava, com Marcelo Caetano, com uma taxa de crescimento cerca do dobro da dos anos seguintes ao 25 de Abril.

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