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Cass R. Sunstein, The World According to Star Wars:

 

But the Force is not merely about human psychology, behavioral biases, or even magic. It is far murkier and more mysterious than that. Above all, it involves a “leap of faith”. Qui-Gon insisted that “[t]he ways of the Living Force are beyond our understanding.”

 

Undoubtedly so, but the ways of George Lucas are pretty transparent, at least here. He was and remains intensely interested in religions, and he sought to convey something spiritual. When he was just eight years old, he asked his mother, “If there is only one God, why are there so many religions?” He’s been fascinated by that question ever since. In writing Star Wars, he said, “I wanted a concept of religion based on the premise that there is a God and there is good and evil… I believe in God and I believe in right and wrong.”

 

Stars Wars self-consciously borrows from a variety of religious traditions. Lucas thinks that in an important sense, all of them are essentially the same. He is clear about that, insisting that in doing that borrowing, he “is telling an old myth in a new way.” We have seen that he was immensely influenced by Joseph Campbell, his “last mentor,” who claimed that many myths, and many religions, were rooted in a single narrative, a product of the human unconscious. Campbell can be taken to have given a kind of answer to eight-year Lucas: there is one God, and all religions worship Him. Campbell argued that apparently disparate myths drew from, or were, the “monomyth,” which has identifiable features.

 

In brief: A hero is called to some kind of adventure. (Perhaps by circumstances, perhaps by someone in distress.) Initially he declines the call, pointing to his fears, his habits, and what he can’t do. But eventually, he feels compelled to accept the call and leaves his home. Encountering serious danger, he needs, and obtains, supernatural aid, often from a small, old, or wizened man or woman. (Think Obi-Wan or Yoda.) He is initiated through various trials, some of them life-threatening, but he manages to survive. Then he faces some kind of evil temptation, perhaps from a satanic figure, whom he resists (with severe difficulty). At that stage he has a reconciliation with his father – and becomes godlike, a religious figure (the apotheosis). Defeating the most dangerous enemies, he returns home to general acclaim.

 

That is, of course, a summary of many myths and many religious traditions; it also captures countless books, television shows, and movies in popular culture. (The Matrix, Batman, Spider-Man, Jessica Jones, and Harry Potter are just five examples; many comic books, and the movies based on them, have a similar plot.) In a nutshell, it’s Luke’s journey in the first trilogy. In Lucas’s words, “When I did Star Wars, I self-consciously set about to recreate myths and the classic mythological motifs.” The Hero’s Journey also captures much of Anakin’s in the prequels – with the terrific twist that Anakin becomes a monster, not a savior. But as it turns out, he’s the ultimate savior, the Chosen One who restores balance to the Force, and so his journey nicely fits the standard pattern if the six episodes are taken as a whole. Seeing the first trilogy for the first time, Campbell was inspired: “You know, I thought real art stopped with Picasso, Joyce and Mann. Now I know it hasn’t.”

 

As Lucas put it, “With Star Wars, it was the religion – everything was so taken and put into a form that was easy for everybody to accept so it didn’t fall into a contemporary mode where you could argue about it. It went everywhere in the world.” The enduring triumph of Star Wars is that it takes a familiar tale, built into disparate cultures and psyches, sets it in a wholly unfamiliar setting, makes it effervescent and fresh, and gives it a series of emotionally daring twists, thus allowing a series of kids’ movies to touch the human heart. Our modern myth is both a spiritual quest and a psychodrama, insisting that redemption is always possible, that anyone can be forgiven, and that freedom is never an illusion.

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publicado às 01:20


2 comentários

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De isa a 17.12.2016 às 12:46

O Bem, o Mal, energia positiva, energia negativa, a guerra serve quem? 
Imagine um rádio e que o convencem que a estação que está a ouvir é única. Sabendo que só vemos uma fracção da realidade, o que se passará naquilo que não vemos? 
Até há pouco tempo a matéria negra era considerada espaço vazio, agora temos a certeza que apenas escapa à nossa observação directa mas existe, tem peso e vemos os seus efeitos sobre a matéria luminosa. 
Para tentar compreender o mundo onde vivemos, existem vários caminhos, pode tentar a Física Quântica, onde pode ver como o tempo é uma ilusão porque Passado, Presente e Futuro acontecem em simultâneo, assim, vivemos num mundo manipulável para quem tiver acesso à verdadeira natureza do Universo. 
Como parte dessa realidade, temos a possibilidade de escolher entre fazer o "Bem e o Mal". Uma coisa é certa, depois de "acordar", nunca mais vai conseguir voltar a ver o Mundo da mesma maneira. É um caminho que cada um terá de percorrer sozinho, especialmente na parte da investigação porque a primeira reação será a de não acreditar naquilo que contradiz Tudo o que toda a vida o ensinaram a acreditar. 
Já Nikola Tesla dizia que para compreender os segredos do Universo temos de pensar em energia, frequência e vibração. Tudo o que olha em seu redor é apenas isso e só isso. Só verá a Realidade quem a procure e, não há nada que eu possa dizer que possa mudar a maioria das percepções, só as próprias pessoas o podem fazer e, depois, tudo passa a fazer sentido. 
Cientificamente, através de religiões ou outras tentativas individuais, muitos tentam, apenas, explicar o mesmo e, há tantos que nem sabemos qual indicar para, apenas, despertar o interesse nessa investigação individual. 
Qualquer alteração de percepção terá de vir de dentro do indivíduo e da sua própria vontade. O mais interessante será que, quem comece, os algoritmos da net facilitam e fazem uma optimização da busca e, quem sabe, acabe por ser um Web Bot Hit. No entanto, isto está para mudar pois com a conversa do "politicamente correcto" e das "Falsas Notícias", estão a ser alterados algoritmos na net para afastarem as pessoas de tudo o que não convenha ao "Sistema". Levaram anos para controlar os meios da informação "tradicionais", agora estão tentando legislar e manipular, o único meio que nos pode libertar.
Não é por acaso que, meia dúzia, tenha conseguido fortunas de Triliões e, de certeza, não estão dispostos a perder o controle sobre os escravos e, o mais interessante, farão de tudo para não alterarmos a nossa percepção da realidade, a nossa única e verdadeira chave para a Liberdade.
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De isa a 17.12.2016 às 13:05

Mas posso deixar uma variedade de explicações muito incompletas, pode ser que, alguma, provoque, em alguém, essa faísca em querer saber mais ou, o mais provável, resistir e continuar a viver na ilusão onde nos querem manter para melhor nos controlar.


https://www.youtube.com/watch?v=YRwZ55zjzxc

The Illusion of Time - Full Documentary


https://www.youtube.com/watch?v=CBrsWPCp_rs
Quantum Theory- Full Documentary HD


https://www.youtube.com/watch?v=VqULEE7eY8M

The Simulation Hypothesis -Full Program


https://www.youtube.com/watch?v=isC90amTRFQ

David Icke in 2009- The Awakening Will Be Obvious in 2016


https://www.youtube.com/watch?v=xr1S_EIZanY&t=491s

Truth Bomb - Max Igan talks with Mark Passio

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