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Quando concordamos em desacordar.

por Cristina Ribeiro, em 01.07.10

Não sei se era uma repetição ( é que o programa passava a horas tais, que quem o quisesse ver, logo daí tirava a ideia ), mas hoje tive a sorte de ligar a TVI24 ao fim da tarde, e parar em frente ao ecrã: no « Livraria Ideal », João Paulo Sacadura entrevistava uma professora do ensino secundário, autora do ensaio « O Ensino do Português » - Maria do Carmo Vieira -, que falava sobre o ensino da disciplina com um entusiasmo a que já não estava habituada, chamando de patetas e reles os que retiraram do programa escritores clássicos como Alexandre Herculano.

Não cheguei a tempo de ver o programa todo, com muita pena minha, mas só o facto de a ouvir falar abertamente contra o acordo ortográfico, e a palavra, só por si, já indica que a alteração da língua se não faz naturalmente, por evolução e adaptação não forçada, já valeu a pena. E ainda a ouvi falar do livro daquele linguista que me enchera as medidas num dos últimos Prós & Contras a que assisti: António Emiliano - « Apologia do Desacordo Ortográfico ».

publicado às 22:40

justifico-o a mim mesma com o prazer que sinto ao sentar-me em frente ao ecrã, sem que tenha, logo em seguida, de levantar-me para não me sujeitar a uma invasão de vendedores de banha da cobra, em que se tornaram os políticos: ouvir um programa que oponha dirigentes de associações partidárias é um verdadeiro suplício masoquista.

Isto, no seguimento de anteriores apontamentos, em que falo na esperança de podermos aceder a programas civilizados, cheios de interesse, onde ouvimos pessoas cultas discorrerem sobre assuntos variados, que no caso em presença, em que o entrevistado foi Pedro Mexia, se falou de política ao cinema, passando pela religião...

No meu caso, acrescento, com o bónus extra, de se tratar de alguém com quem me identifico politicamente: um conservador liberal. Mas não se trata - mesmo!! - de sectarismo, porquanto os anteriores entrevistados provinham de outras áreas, e o contentamento  já então começou a desenhar-se...

publicado às 23:01

Esta nova televisão

por Cristina Ribeiro, em 24.06.09

começa, e espero que este seja apenas o princípio de algo que tenha continuidade, a ter momentos que me fazem lembrar  " a televisão do meu contentamento ".

Assisto, neste momento, ao programa « Cartas na Mesa », e depois de na semana anterior ter gostado de ouvir Vasco Graça Moura, volto a sentir o mesmo gosto ao ouvir Constança Cunha e Sá falar com um matemático ( Nuno Crato? ).

Matemática nunca foi disciplina da minha predilecção, mas esta conversa vai muito além dela, e prende-me ao ecrã como se se estivesse a falar de literatura, por exemplo.

Conversas abrangentes, apelativas, com pessoas cultas, conhecedoras e comunicativas têm sempre este efeito.

E o que é uma rajada de frescura: sai do feudo, que há demasiado tempo tomou de assalto os meios de comunicação, da politiquice e ditadura futeboleira.

publicado às 22:12

Baseada na obra do Nobelizado

por Cristina Ribeiro, em 18.05.09

 

John Galsworthy,  «A Família Forsyte » passou, com efeito, na RTP, mas não é da televisão que retenho a saga de três gerações de uma família da Inglaterra Vitoriana, cheia de intrigas amorosas e dramas vários,  que magistralmente retrata a sociedade de então.

Por tanto ter ouvido falar na excelência desta produção da BBC, é que não deixei escapar  a oportunidade, logo que se pôs a jeito, de adquirir a caixa com os três DVDs correspondentes.

E foi melhor assim, pois que pude ver de rajada, sem perda de pormenores que o ritmo televisivo por vezes implica - não raro voltei atrás para melhor apreciar uma determinada cena -, e, aposto, daqui a algum tempo vou poder revê-la com o mesmíssimo interesse. Há coisas assim, que não se esgotam numa primeira incursão.

 

publicado às 18:43

Que diga algumas das séries televisivas

por Cristina Ribeiro, em 14.05.09

que prefiro, desafia-me o Daniel. Actualmente, passam-se tempos e tempos que nem a televisão ligo: e não é só por falta de tempo, mas porque prefiro ocupá-lo de outras maneiras. Ainda assim, a preferência vai direitinha para as séries britânicas: Miss Marple, Orgulho e Preconceito, Família Bellamy, Yes Minister, Sherlock Holmes, Família Forsyte, Regresso a  Brideshead.

 

 

De não ficção,  não perdia um episódio de Europa de Comboio.

 

 

E o desafio é passado aos caros colegas do Estado Sentido, à Once, à Luísa, à Ana, à Patti. à Margarida, ao Carlos e ao Mike.

 

 

  Adenda: aproveito o desafio de António de Almeida para lhe roubar duas séries, que tinha esquecido, de que também gostei -. O Polvo e Seinfeld.

publicado às 23:32

E depois atravessar, de comboio, claro,

por Cristina Ribeiro, em 11.05.09

 

o Yorkshire, deleitar-me na visão dos moors, e neles projectar a série que ainda hoje constitui um marco das coisas vistas com mais agrado na Televisão que, na altura, ainda era a do meu contentamento: aquele « Veterinário de Província », sempre com histórias de ternura, e que sempre acabavam  à volta de uma mesa na cozinha dos camponeses que eu achava tão civilizados, a saborear um chá aconchegante, e a celebrar o sucesso do bom doutor.. Penso agora que terá começado aí o fascínio pela Grã-Bretanha...

publicado às 23:17

No dia que me dizem

por Cristina Ribeiro, em 19.08.08

 ser do Artista de Teatro, uma associação de ideias faz com que lembre a altura em que a RTP nos brindava, um dia por semana (Quarta Feira? ), com teatro de qualidade, fosse ele português, ou estrangeiro (e aqui as minhas preferências iam, claramente, para o inglês), com artistas que deixaram saudades, com representações inesquecíveis...

publicado às 20:42






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