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Sam Fleischacker, "Economics and the Ordinary Person: Re-reading Adam Smith":

 

«This respect for the market, as a tool for character development, is unusual among moral philosophers: most of Smith's predecessors, peers, and successors would have favored the political realm, instead, as the best place to develop character. Smith has a much darker view of politics. If I participate in the political arena, I am likely to be constantly under the pressure of professing a greater concern for "the public good" than I really feel: constantly under pressure, therefore, to be a hypocrite. I will also, more generally, be far too concerned with what people think of me rather than what I am really like. For reasons like these, Smith was far less convinced of the value of politics to morality than were either his ancient predecessors—Plato, Aristotle—or his contemporaries Hutcheson and Rousseau. He was indeed quite cynical about the likelihood that politicians would normally be particularly good people, or that good people would be attracted by the political life.»

publicado às 13:11

Há 235 anos, como hoje

por Samuel de Paiva Pires, em 03.10.11

 

Bem a propósito dos tempos que vivemos, em que muitos parecem ainda não ter aprendido a lição de que o problema principal está no Estado e não nos indivíduos e privados, uma passagem de A Riqueza das Nações, de Adam Smith (tradução minha): "É a maior impertinência e presunção, portanto, em reis e ministros, pretender vigiar a economia de pessoas privadas, e restringir a sua despesa quer por leis sumptuárias, ou através da proibição da importação de luxos estrangeiros. Eles próprios são sempre, e sem qualquer excepção, os maiores gastadores na sociedade. Eles que olhem bem pela sua própria despesa, e poderão confiar seguramente a das pessoas privadas a estas. Se a sua própria extravagância não arruinar o Estado, a dos seus súbditos nunca o fará."

publicado às 01:33

Deus é a mão invisível?

por Samuel de Paiva Pires, em 11.06.11

Mais uma epifania e nota mental de uma ideia a desenvolver no futuro (já vou em 3 por estes dias), que só alguns por aqui compreenderão: a existência de Deus pode ser justificada como uma ordem espontânea, pelo que Deus é a mão invisível de Adam Smith.

publicado às 21:51






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