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Do Correio Alentejo, 19.11.2012:

 

«Aeroporto de Beja pode receber projecto de desmantelamento de aviões


O aeroporto de Beja pode vir a receber um projecto de desmantelamento de aeronaves em fim de vida e consequente valorização de peças e sistemas aeronáuticos, promovido pela AeroNeo em parceria com a multinacional suíça JetLease – Geneva no âmbito do processo "GreenParts 95". (...)

De acordo com os promotores do projecto, o conceito "GreenParts 95" é "único" e integra "todas as fases sucessivas de desmantelamento e reciclagem de uma aeronave, ainda operacional, até ao seu desaparecimento total", sendo que as peças de valor "poderão representar até 95% do valor comercial dos activos desmantelados e a sua revenda ou aluguer assegurarão o retorno do investimento". (...)

Para tal são necessários locais "secos e com sol", o que na Europa só é possível de encontrar em Portugal e Espanha.»

 

Era para complementar o Aeroporto de Faro, devido ao seu congestionamento. Era para complementar o Aeroporto de Lisboa, devido ao seu congestionamento. Era para servir o "hinterland" espanhol. Era para servir o porto de Sines. Era para servir o turismo no Algarve, no Alqueva, e no Litoral Alentejano. Era para servir de "hub" na rota entre a Europa e a América do Sul. Era para movimentar carga aérea na rota entre a Europa e a América do Sul. Era para escoar produtos derivados de pescado produzidos em Sines (a última fábrica de conservas em Sines fechou há cerca de vinte anos). Era para movimentar carga aérea do "hinterland" espanhol. Era para servir as companhias low-cost que voam para o congestionado Aeroporto de Lisboa. Era para servir de estacionamento temporário para os aviões das companhias que voam para os congestionados aeroportos de Lisboa e de Faro. Era para.. Era para...

 

E agora vai, finalmente, servir para alguma coisa: sucateiro de aviões. Afinal de contas, é uma infraestrutura perfeitamente capacitada para este tipo de projecto: é seco e ao sol.

 

De Bruxelas, que aprovou tudo isto e financiou a 70%, não se ouve uma palavra.

publicado às 03:35

E o resultado é...

por Pedro Quartin Graça, em 01.06.12

 

 

PORTELA


Quando vejo esta capa e leio estas notícias a verdade é que não sei se ria, não sei se chore, tal é a dor de alma.
A este propósito, recordo uma entrevista que dei, em pleno Verão de 2007, estava-se então na campanha para as eleições intercalares à Câmara Municipal de Lisboa, ao já desaparecido jornal "24 horas".

Cinco anos passaram sobre essa data. Cinco anos perdidos, dezenas de milhões de euros gastos para os "especialistas", pagos a peso de ouro, chegarem à mesma conclusão! Depois de um Governo do PS em que pontificou o conhecido ministro do "jamais", foi preciso chegar a crise para verem o que era óbvio. Brilhante!
"24h – E como vê a construção de um novo aeroporto?
PQG – Nós somos pela manutenção do aeroporto da Portela. A solução para o aeroporto não é a construção de um novo. 
24h – O candidato do PS, António Costa, defende a transformação da Portela num espaço verde. Não seria uma solução?
PQG – Quando oiço isso,sinto-me tentado a dizer:com o verde me enganas.
Duvido muito dessa proposta. O lugar é previlegiado e a tentação do imobiliário também é grande. Não. Nós defendemos a manutenção do aeroporto e não a construção de um novo. O problema do aeroporto é o tráfego em determinadas épocas. Ou seja, quando há os chamados voos charter. Isso sim, sobrecarrega o aeroporto. Mas isso resolve-se com uma ampliação e a construção de uma segunda pista. Fica mais barato. O aeroporto faz falta a Lisboa."

Quem queira ler a minha entrevista ver aqui.

publicado às 08:58

Aterre connosco em Lisboa

por Pedro Quartin Graça, em 28.12.10

Entre no cockpit, sente-se, faça a aproximação à Pista 03 da Portela e aterre connosco no Aeroporto de Lisboa. Fantástico!

publicado às 09:00






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