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Estava inclinado para escrever sobre o mais recente desabafo (recado?) de Cavaco Silva que partilhou uma parte do seu currículo, referindo que também tem experiência profissional na liderança de governos de gestão e que se recorda bem desse serviço político. Não é preciso ser grande decifrador para perceber que pelos vistos António Costa deve ficar apeado. O presidente da república tem todo o tempo do mundo para receber em audiência quem bem entender. Mas não está sozinho nessa corrida. O líder socialista António Costa reuniu-se com a malta dos bancos ainda antes de Cavaco Silva, para ver se lhes consegue prometer condições mais vantajosas do que aquelas oferecidas pelo governo de coligação. Não há mal algum nestas movimentações. O que acho questionável é António Costa ter reunido com os banqueiros no Hotel Ritz. Não sei quem pagou a conta (Sei, sei. Fomos nós), mas teria sido mais simpático se a reunião tivesse ocorrido num local menos faustoso. Das duas uma: ou não foi António Costa que escolheu o local do encontro ou António Costa não teve pulso para propor outra residencial - o Ibis não teria sido mal pensado. Poderia servir para contrariar a ideia de que os socialistas são despesistas. Ah! Agora entendo a frase: o encontro não estava incluído na agenda oficial de António Costa. Mau! Então, foi um convívio de amigos, com fados e tudo? Sem conversa entediante? Temas políticos, por exemplo? António Costa ainda nem sequer começou o que quer que seja, mas parece estar a replicar o seu amigo esquecido José Sócrates. Não sei, não. Pouca sorte tem tido António Costa com esta história de Paris. Aquela tragédia fez com que Cavaco Silva fosse ainda mais ponderado. Foi à Madeira e tudo. Ritz-te, Ritz-te!

publicado às 10:40

Tudo bons banqueiros

por John Wolf, em 09.08.14

Exemplos de uma classe profissional bem representada. Seguramente há outros. Há mais.

 

BPN -  Oliveira e Costa

BCP - Jardim Gonçalves

BPP - João Rendeiro

BES - Ricardo Salgado

publicado às 14:14

A ler

por Samuel de Paiva Pires, em 30.11.08

Já não há Piratas, pelo Dragão:

 

Num tempo em que os banqueiros apelam à caridade pública e os políticos à confiança geral, é mais que natural que os piratas apelem a um diálogo honesto.

publicado às 18:35






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