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O Governo da República Portuguesa pede aos seus cidadãos para cometerem a traição da nacionalidade - "peçam dupla nacionalidade" é o mote do dia à luz do Brexit. Vergonhoso. Sem palavras para descrever a baixeza da recomendação.
As nossas palavras foram ouvidas. Pelo menos aparentemente. Tarde, é certo, mas mais vale tarde do que nunca. É que se estava a tornar insuportável a manutenção no cargo de cônsul honorário da Bielorússia em Portugal do secretário de Estado, Marco António Costa. Na verdade, um governante, qualquer que ele seja, não pode servir dois governos ao mesmo tempo: o seu e um estrangeiro. Era o mínimo que se pedia. Na edição de 2012 do Anuário Diplomático já não consta o nome do também ex-vice-presidente da Câmara de Gaia. Esteve bem Pedro Mota Soares.
E, a propósito, vejam-se outros casos "alaranjados": Couto dos Santos, cônsul da... Síria; Ângelo Correia, cônsul da...Jordânia.
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