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Ontem à tarde

por Nuno Castelo-Branco, em 18.10.17

aaaaaaaaah.jpg

Riiiiiing! Riiiiing! Riiiiiiing!

- Sim?

- Sou eu, pá...

- F-se!, a coisa tornou-se pior do que pensávamos!

- Pois é e agora a comunicação social anda histérica pelos fogachos e audiências e está a entalar-me...

- O que queres que faça?
- Se não te for muito incómodo, fala hoje ao país, mostra o ar mais compungido que possas, faz uns gestos de indignação e diz umas coisas que sejam dúbias e contentem os gajos, pá...

- Deixa comigo, afinal de contas sabes bem que fui teu professor.

- Claro, é por isso mesmo que estou a ligar-te, se disseres qualquer coisa que muito vagamente soe a ultimato, aposto que a gaja depois demite-se e farei o ar mais sério e triste deste e do outro mundo agradecendo-lhe os brilhantes serviços prestados.

- Isso, isso, já agora, avisa-a!

- Para quê?

- F-se!, é o mínimo, pá...

- Achas?
- Vai por mim, tens é de safar-te amanhã em S. Bento.

- Ahahahahahahahaha, não te rales, sei bem o que dizer e os gajos à minha esquerda devem estar a borrar-se de medo com a ameaça de eleições!

- Isso era mesmo o que convinha...

- Pois é, mas daqui a umas semanas já terei virado o rumo das coisas e encherei arruadas umas atrás d'outras, ahahahahahahahahahah, uma chuva dourada de boas notícias apaga qualquer fogo!
- Ehehehehehehe, espero bem que sim, disso não tenho a menor dúvida, esta gentinha vive minuto a minuto e bom, bom, bom seria acontecer qualquer coisa trágica em Espanha de modo a distrair as atenções.

- Queres que ligue ao Rajoy?
- Bolas, ó pá, faz melhor e vai directo ao assunto, manda um mensageiro especial ao Puigdemont a acicatá-lo a provocar um incêndio político até amanhã, quinta-feira, mas sobretudo nada de telefonemas ou mails, hoje em dia é perigoso. O boca a boca é melhor, não compromete e sempre poderás negar, não existirão provas.

- E achas mesmo que eu me preocupo com provas?!

- Não.

Clang!

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publicado às 09:37

Ainda o voto em branco.

por Cristina Ribeiro, em 15.07.10

Pedro, em momento nenhum disse que iria votar em branco nas presidenciais: nessas fico em casa ou vou dar um passeio; disse mesmo que nas últimas fui empurrada.

Nas legislativas, com estes partidos, é que se justifica o branco.

Nas presidenciais, só se, como diz, houver " um motivo ( muito ) sério...

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publicado às 15:14

diz o Pedro. Certo. O que se escreve por aqui, não pode sequer ter pretensões de mudar a politiquice que por cá se faz, por mais que se lute contra a mentira ( e, neste particular, por maioria de razão, nem mesmo quando uma comissão de inquérito parlamentar chega a essa conclusão - Pacheco Pereira está aí para o atestar ) e se denuncie a corrupção gritante, entre outras " trapalhadas "; mas ainda funciona como despertador de consciências individuais para quem se propuser ler as linhas e entrelinhas, ajudando a cimentar ou a desfazer ideias que estavam entranhadas à espera de novos ventos que as consolidem, ou antes pelo contrário.

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publicado às 00:54

Dúvidas? Claro que sim, Manuel.

por Cristina Ribeiro, em 26.12.09

Antes do mais, desculpe-me por só agora comentar o seu post, mas estes dias têm sido a modos que loucos. Tenho vindo cá a correr deixar umas coisitas, e saio logo; por isso o não vi.

 

Dúvidas sobre  todo o ruído feito à volta do aquecimento global, porque para cada chamada de atenção para o dito, oiço outra a falar em dramatismo; parece que ninguém está apto para associar as diferenças climáticas, fenómeno natural ao longo dos tempos, à acção do homem - só depois, se se conseguir provar essa relação causa-efeito, poderemos falar de certezas.

 

Mas o Manuel toca noutro ponto, onde as dúvidas não existem: a do resultado do referendo na Suíça - aí continuo a fazer minha aquela máxima, de que falara já, de que "  na prática a teoria é outra ". Enquanto a ameaça, e sabemos que ela existe - ainda que não esteja presente em muitos dos muçulmanos-, estiver longe de nós, bem podemos cantar de galo ; não, não mudei de ideias nessa questão.

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publicado às 19:14

e eu, quando veio à baila a azáfama de compras neste período perto do Natal. Concordámos em que " dantes " as coisas eram muito mais simples e  frugais, mas o encantamento, não obstante, muito maior.

Pequenos, no nosso sapatinho deixado na noite de 24 na lareira junto do presépio, cabia apenas um brinquedo, que víamos só na manhã do dia 25. Antes de aí o deixarmos desfrutávamos por inteiro da ceia, as tradicionais batatas cozidas com  bacalhau. Não sei em que momento se deu a viragem, mas agora já ninguém fica contente com uma coisa só, e o Natal já quase é só a distribuição de presentes, a ceia quase despachada, com toda a gente a perguntar se ainda falta muito para a meia-noite.

Não me lembro dos presentes que tive o ano passado, mas acho que nunca vou esquecer aquele Natal em que do meu sapatinho saía uma boneca Nancy - uma coisa só, mas que encheu de alegria esse dia e muitos que se lhe seguiram.

Gostava que o Natal voltasse a ser o que era.

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publicado às 22:05

A lenda das amendoeiras; da princesa nórdica

por Cristina Ribeiro, em 02.12.09

 

que morria de saudades da sua terra, e só sorriu quando o rei mouro as mandou plantar e elas floriram, porque ao ver tantas flores brancas julgou estar a ver a neve que costumava ver da sua janela; lenda lida ou ouvida algures na infância, foi o que me lembrou o relato do meu amigo: a prima que veio passar uns tempos à cidade, e como as saudades da terra -  longe que ela ficava! - apertavam, perguntou se podia dar um grito que se ouvisse lá na casa dela.

Que sim, se isso fazia com que se sentisse melhor. Então ela foi à janela e gritou tanto, que os vizinhos todos olharam espantados.

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publicado às 19:58

 

Uma, nascida em Moçambique, mãe de duas adolescentes. Outra, nascida em Braga, com uma filha da mesma idade daquelas.

No decorrer da conversa, nas entrelinhas, pois nada é dito com esse propósito, declarado, ressaltam dois modos de educação. No primeiro caso a mãe ensina as filhas a viver em liberdade responsável, preparando-as para segurar nas próprias mãos as rédeas da vida. No segundo caso constato que deixa a educação da filha decorrer ao sabor do tempo. Penso o quanto essa forma de encarar as coisas poderá influenciar o futuro de cada uma delas.

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publicado às 02:37

Numa tarde em que o calor se fez muito,

por Cristina Ribeiro, em 20.06.09

 

opto por recolher à sombra do carvalho, que, em boa hora, este ano achou por bem estender um pouco mais os ramos, de modo a agraciar-nos com uma protecção maior ainda. Comigo vai um livro, que não abro sequer, pois foi quase logo que os olhos se fecharam, e entrei no que, mal ou bem, chamamos de sono dos justos.

Acordo bem mais tarde, com o alvoroço dos cães, que vêm ao lago refrescar-se.

Noto que está mais fresco já, e preparo-me para a leitura que a sesta adiara. É nessa altura que oiço, vindo não sei donde, um ruído que não identifico. Ponho-me à coca, e vejo um pássaro preto, que depois me dizem ser um pica pica, subespécie da pega, a picar no pinheiro manso ao lado, outrora feudo de uma colónia de esquilos, entretanto desaparecida, fazendo buracos perfeitos, onde, dizem-me,  é hábito esconder tesouros como pinhões ou pequenos insectos.

Não se assusta o pássaro com a nossa presença, antes continua, imperturbável, o trabalho minucioso de perfuração; a propósito desta sua faceta de sociabilidade, alguém diz ter um amigo domesticado um pica pica, que agora imita a voz humana...

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publicado às 18:43

Uma Santa Páscoa

por Cristina Ribeiro, em 09.04.09

também para si, Nuno. Até breve.

 

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publicado às 14:16

De pessoas idosas

por Cristina Ribeiro, em 01.04.09

 

soube que tempos houve em que, munidos de tachos velhos e de latas, fazendo a maior das barulheiras à porta das vítimas, grupos de pessoas, sabedoras de que os donos da casa, ou apenas um deles, não se tinha confessado ainda, os exortava a fazê-lo, gritando: ó Ruge-Ruge, vai-te confessar que está a Quaresma a acabar!

      Fico depois a saber que esse costume ainda persiste nalgumas das aldeias mais recônditas.

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publicado às 12:58

Nuno, esta capa, que encontrei na net,

por Cristina Ribeiro, em 28.03.09

 

é de uma edição anterior, mas foi este o primeiro livro que li da Condessa de Ségur, deu-mo o meu pai numa das primeiras visitas à Feira do Livro do Porto, numa altura em que à minha irmã coube « Os Desastres de Sofia»; lembro que não gostei mesmo nada da distribuição  de títulos, mas lembro também que , quando li o livro, achei que tinha tido muita sorte.

   Entretanto o livro desapareceu, e hoje tenho uma pena enorme.

Coisas do passado que ainda hoje me comovem, e que me fazem pensar que tenho a grande sorte de guardar muito da criança que fui...

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publicado às 02:39

" Eta " história deliciosa!

por Cristina Ribeiro, em 06.03.09

 

De manhã, a caminho do trabalho, vimos uma senhora dos seus sessenta anos, a trabalhar na horta, e diz o António: " É uma das irmãs que fugiram para casar "

Claro que já não descansei até saber do que falava...

                 Há anos, aqui na aldeia, havia um lavrador com um rancho de filhas, todas elas a trabalhar no campo. De todas o pai desdenhava do namorado- resultado: todas elas acabaram por fugir, para casar com quem muito bem tinham escolhido; de uma delas contou que de manhã, e para que ninguém desconfiasse, se dirigira, normalmente para o campo, por via de ceifar o milho, para, mais tarde, e com conhecimento das irmãs, ir a casa , só o tempo de mudar de roupa,  e  meter se a caminho da Igreja, onde a esperava já o noivo...

E conclui o António: " Aqui na freguesia começou a falar-se que o lavrador tudo isto armava por mor de não lhes pagar a boda...".

 

 

                    * Ainda a tempo: fosse ela do conhecimento de Camilo, e que belo Romance não escreveria, Meu Deus!...

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publicado às 12:59

Samuel, conhecendo eu mais ou menos

por Cristina Ribeiro, em 25.02.09

a realidade que se vive em Braga, não me custa  mesmo nada acreditar no comandante da PSP. Era um rastilho certo para zaragata. Lembre-se que a mentalidade é muito fechada, e não importava aos pais se era ou não uma obra de arte.

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publicado às 00:25

Ainda assim Cristina

por Samuel de Paiva Pires, em 24.02.09

"Medida cautelar" ou "apreensão cautelar" em nome da manutenção da ordem pública, creio que não está nada longe de ser uma excelente definição para o conceito de censura prévia. Reproduzo ainda alguns escritos que se podem encontrar na blogosfera a este respeito, não sem antes retomar parte de um post meu de há uns meses, em que falava de um caso bem mais "pornográfico", a série Morangos com Açúcar, e esse sim preocupante pois passa-se numa televisão de sinal aberto que apesar de detida por privados presta um serviço público (teoricamente...):

 

É óbvio que nos dias que correm as crianças têm acesso a tudo e mais alguma coisa, seja pela televisão, revistas, livros, internet. Já há 10 anos atrás, quando eu tinha 11 anos, tinha acesso a imensa informação principalmente através da internet, que na altura ainda muito pouca gente tinha. Ainda para mais se tiverem acesso a algum serviço de tv por cabo ou satélite, facilmente acederão por exemplo a pornografia gratuitamente, tal como através da internet. Mas esses são serviços pagos, não são serviços públicos como as televisões de sinal aberto, repito, ainda que privadas, se prestam a ser, que desempenham um grande papel de influência em muitas mentes ainda em processo de formação pessoal e social.

 

Dizem que as "criancinhas" estavam agitadas? Vivemos num mundo completamente diferente daquele de há décadas atrás. Eu com 5 anos já sabia o que eram os respectivos aparelhos reprodutores e como se "faziam bebés". As tais "criancinhas" por ora já devem saber mais do assunto do que porventura alguns dos polícias envolvidos na "apreensão cautelar". E por isso é que escrevi que, com a quantidade de material pornográfico que há pelas ruas do país e, já agora, nas televisões, há muitos postos de trabalho à espera de serem preenchidos, com certeza...

 

Aqui ficam então alguns excertos do que se pode encontrar na blogosfera a este respeito:

 

A apreensão de ontem, mais do que acto censório, é uma performance artística em si mesma. No seu implacável legalismo, o gesto policial re-actualizou a afirmação estética  de um quadro que nunca se quis  respeitosamente admirado, e muito menos banalizado em reproduções displicentemente espalhadas por bancas de livreiros. E isso, caro leitor, é serviço público. (Vasco Campilho no 31 da Armada)


Agora, não deixa de ser estranho que em tão poucos dias e sempre a pretexto da pornografia pudéssemos assistir à  rábula  dos autocolantes carnavalescos do Magalhães, protagonizada pelo Ministério Público e agora a este episódio  em Braga, digamos, mais artístico…Juraria que já vi cenas análogas no “Conta-me como foi“  e, independentemente da  razoabilidade (ou não) da intervenção da PSP,  é isso que me deixa a pensar… (PMF no Blasfémias)


Imaginemos que amanhã decido ir à Bertrand e, deparando-me com a tal capa pornográfica para as mentes retorcidas de alguns, alego que desato a bater em tudo e em todos se a mesma não for apreendida. Terá a PSP legitimidade para a apreender a obra? Pelos vistos, tem. A justificação encontrada pela PSP de Braga para a medida censória de ontem não faz qualquer sentido, constituindo-se como um precedente muito perigoso para a nossa democracia. A ideia de censura preventiva não é feliz, abrindo portas a todo o tipo de condicionamento da liberdade de expressão, em nome da moral púdica e atávica de um punhado de gente que ainda não chegou ao século XXI. (Pedro Morgado no Avenida Central)

 

A PSP de Braga está preocupada com os bons costumes. Começa sempre assim: Com um imenso moralismo. (André Abrantes Amaral n'O Insurgente)

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publicado às 23:52

dos exemplares  do livro com a pintura de Courbet, «A  Origem do Mundo », parece que as  coisas não se terão passado exactamente  assim.  Leio no Café da Insónia, que remete para o Jornal de Notícias, que a apreensão não se deveu a motivos censórios, mas de pura manutenção da ordem pública. Caso para dizer que nem tudo que parece é?

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publicado às 23:00

Que os portugueses andam deprimidos,

por Cristina Ribeiro, em 17.02.09

leio no Portugal dos Pequeninos.

Tal como o João, também não me admiro.Às razões aí aduzidas, acrescento a de um flagrante vazio que vai grassando, num crescendo imparável, por via da falta de valores, por demais evidente.

      Há dias dizia-me uma amiga que uma amiga comum conseguira ultrapassar uma fase menos boa porque tinha " amarras " onde segurar-se, que lhe vinham de um  passado rico deles, de que se socorreu na hora de escuridão; e se eles faltam?

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publicado às 23:26

Queria falar com a minha mãe.

por Cristina Ribeiro, em 16.02.09

A ver se lhe comprava rifas para ajudar na reconstrução da igreja de S. Martinho de Sande.

Pela idade aparente e forma como falou, imaginei tratar-se de uma amiga de infância.

                 Depois foi o assistir, e nela participar também, pois que queria satisfazer a curiosidade, à conversa entre amigas que andaram juntas na Escola Primária há mais de sessenta anos, e continuaram essa amizade na juventude. Separadas geograficamente pelos respectivos casamentos 

Amiga de quem ouvira falar muitas vezes, mas não conhecia.

Fiquei a saber que era uma das muitas que, feita a 3ª Classe, se dedicaram à tecelagem de peças de tecido de algodão, em tear manual, na casa de cada uma delas, mas para uma fábrica da cidade, que lhes fornecia a  linha de algodão.

-" Lembras-te de quando fugias à tua mãe, para ires enrolar fio nas canelas para minha casa? "

-" E quando íamos para o monte da Senhora da Saúde, apanhar os picos dos pinheiros para acendermos o lume? "

       E por momentos foi como se tivesse vivido " o tempo delas "...

 

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publicado às 19:22

Como não encarar  os últimos acontecimentos na minha vida como uma incondicional prova de solidariedade entre mulheres? Claro que tenho em mente um grupo de amigas, mas não me vai dizer que quando refere a " solidariedade masculina " está a falar nos homens em geral, e não apenas nos amigos, porque aí já estamos no domínio da solidariedade humana, que não é exclusivo de um dos sexos.

             E, perguntará, porque carga d'água é que ela vai buscar um assunto adormecido?

Porque os fins-de-semana têm sido o tempo privilegiado para que essa solidariedade venha ao de cima...

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publicado às 22:43

Dizia eu que

por Cristina Ribeiro, em 10.02.09

se não tomássemos precauções, a Gorki, agora já uma mocinha crescida, um dia aparecia prenhe do Gauguin. Replica a minha mãe que o coitado já é velhote.Sai-se o António com mais um dito popular: - sempre ouvi dizer que rapariga nova dá filhos até à cova...

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publicado às 11:09

Conversávamos sobre a crise,

por Cristina Ribeiro, em 06.02.09

sobre a perda de valores,  os roubos, perante a ineficácia da polícia- " tiraram-lhe o poder todo " - , a má educação gritante, e diz a minha mãe - " Coitadinhos dos meus pais, se viessem cá agora; um pesadelo, um sonho muito mau, o que estamos a viver, pensariam! ".

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publicado às 01:47






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